terça-feira, 2 de setembro de 2014

– O que são Mantras? –


O mantra é uma formula mística e ritual recitada ou cantada repetidamente. A palavra provém do sânscrito e tem muitas diferenças sutis de significado “instrumento da mente”, “linguagem divina” e “linguagem da fisiologia espiritual humana” são apenas algumas de suas conotações. Os mantras se originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e outras religiões.
Para algumas escolas, especificamente as de fundamentação técnica, mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver os chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.
Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. John Blofeld, pesquisador que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia, encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.
Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente coletivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.
Algumas pessoas marcam a repetição dos mantras usando um mala, ou japamala (em sânscrito, japa = sussurrar e mala = cordão). Trata-se de um colar de 108 contas, utilizado por hinduístas e budistas, que cumpre a mesma função do terço católico. Como o número 108 é considerado mágico na Índia, pois simboliza o eterno, recomenda-se entoar o mantra pelo menos 108 vezes.
– Alguns mantras comuns:
• Om (ॐ):
É o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto. O Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso de todos eles. Ele é a raiz de todos os sons da natureza.
• Om Namah Shivaya:
É um mantra que acalma as agitações da mente e sua repetição mental ou oral nos eleva dos níveis inferiores de consciência para níveis mais profundos e calmos. Sua repetição equilibra os chakras e traz proteção espiritual.
• Om Mani Padme Hum:
Este é o célebre mantra que costuma ser traduzido como: “A jóia da consciência está no coração do lótus” ou "da lama nasce a flor de lótus". É o mantra mais entoado pelos budistas tibetanos. A disciplina espiritual que faz uso deste célebre mantra Mani é empreendida para promover a idéia de desenvolvimento espiritual associado ao ato de servir à vida. Cada sílaba purifica por completo as emoções negativas que são a manifestação da ignorância: orgulho, ciúme, desejo, ignorância, ganância e ódio.
• Om Shanti Om:
Mantra de paz no hinduísmo, pode ser apenas uma saudação, ou se repetido diversas vezes induz à um estado de relaxamento profundo, calma interior e bem estar. Indicado também para elevar a consciência durante a prática da meditação.
• Mantra Gayatri:
Gayatri é considerado um dos mais antigos mantras védicos. Segundo a tradição hindu, Brahman (o criador do universo) recebeu esse mantra da Suprema Divindade e, ao meditar sobre o seu significado, obteve o poder de criar o universo.
'Om
Bhur bhuvah swah
Tat savitur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yo nah prachodayat.'
'Om
Oh! Divina mãe, afaste de nós a ignorância e ilumine o nosso ser!
Dê-nos uma mente serena, para que a sua imagem possa sempre nela refletir-se!'
– Mantras e Chakras:
As rodas de energia numa dada frequência produzem os sons que são emitidos por nós pelas suas vibrações. Daí descobriu-se o som especifico de cada chakra, chamados também de bija mantras, que quando emitido várias vezes, suas vibrações sintonizam com estes canais, equilibrando os centros energéticos, que influenciam diretamente no nosso estado emocional.
• Lam
Som do chakra Muladhara, localizado na base da coluna vertebral. É regido pelo elemento terra, sua cor é vermelha. É a nossa ligação com este mundo, senso de sobrevivência e medos.
• Vam
Som do chakra Swadhisthana, localizado pouco abaixo do umbigo, elemento água, cor laranja. Associado a reprodução, prazer sexual e material.
• Ram
Som do chakra Manipura, localizado no plexo solar, elemento fogo, cor amarelo. Relacionado à nossa mente racional, à vitalidade e à vontade.
• Yam
Som do chakra Anahata, localizado no centro do coração, elemento ar, cor verde. É a união entre as energias materiais e espirituais. Associado com o amor e a compaixão.
• Ham
Som do chakra Vishuddha, localizado no centro da garganta, elemento éter, cor azul. Associado a comunicação e auto expressão.
• Om
Som do chakra Ajna. Contém o princípio da unidade, a energia masculina e feminina, centro da terceira visão, inteligência cósmica, e intuição. Cor índigo.
• Aum
Som do chakra Sahasrara, topo da cabeça, contém todos os elementos, a habilidade de se conectar espiritualmente, paz e sabedoria. Cor lilás.
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Cada mantra – combinado com a intenção – aumenta os benefícios físicos e espirituais. Quando combinamos a energia física do mantra, a vibração sonora com a energia mental da intenção e da atenção, aumentamos, fortalecemos e direcionamos o efeito energético do mantra.
A intenção, a razão de estarmos recitando o mantra, é transmitida pela vibração física, produzindo um efeito. Essa é a essência do mantra sanscrítico.
Boa prática!

fonte: Evolução de Consciência

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Glândula Timo e a Espiritualidade



Onde fica a Glândula Timo?
Qual a Função da Glândula Timo?
Qual a Relação do Timo com a Espiritualidade?
Como estimular o timo ou Exercitar o Timo?
“Faz muito tempo que sugiro que todos estimulem o Timo, pois é uma glândula em uma região do corpo especial. Diante de alguns questionamentos de consultório estou escrevendo este material e espero que seja de valia para todos…” Cadu Borbolla
Para achar o timo…
Partindo da traquéia, na altura da clavícula, desça 4 dedos. Pronto você achou!
Outra forma é dizer “Eu Sou” e – bater a mão no peito – indicando quem é você.
Quase sempre colocamos o dedo indicador e médio sobre o timo quando dizemos “EU”.
Se você quer saber criteriosamente onde ele fica vamos explicar.
Se isso não te interessa, pule este parágrafo
Tecnicamente o timo situa-se na porção superior do mediastino anterior. Limita-se, superiormente, com a traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum. Lateralmente, com os pulmões, e inferior e posteriormente com o coração. Sua cor é variável.
Ela é uma glândula geralmente grande nas crianças e atrofiada nos adultos. Tem uma cor vermelha no feto, branco-acinzentada nos primeiros anos de vida e, depois, amarelada. O timo bem desenvolvido tem um formato piramidal, encapsulado e formado por dois lobos fundidos.
-Quando nascemos glândula timo pesa de 10 a 35g;
-Na puberdade (15 anos) alcança um peso 20 a 50g.;
-Depois dos 15 anos tende a atrofiar, chegando a pesar de 5 a 15g no idoso.
O ritmo de crescimento do timo é algo que a medicina ainda estuda, visto que sua involução (atrofia) é extremamente variável, e, por isso, não se pode afirmar o que seria “normal” ou “comum” para cada faixa etária.
Para a Medicina a Glândula Timo é um segundo sistema imunológico e por isso tem uma função protetora. Produz complementarmente anticorpos e conforme ele atrofia é contrabalanceado pelo baço e nodos linfáticos.
Para nós Terapeutas e para espiritualistas antigos o timo é a Glândula da Felicidade, Vitalidade ou Glândula da Vida. Aliás muitos nomes são dados a esta Glândula. Em uma pesquisa simples você irá notar que chamam de: Glândula da Felicidade, Glândula da Vida, Glândula da Alegria, Glândula da Vitalidade, Glândula da Decisão, além de Glândula timica ou de maneira muito coloquial Glândula do Timo.
“Ainda me lembro da minha Mestra em Reiki Falando do Timo a mais de 15 anos atrás…” Cadu Borbolla
A palavra Timo Deriva do Grego Thymus que quer dizer em tradução livre “Energia Vital”. O Timo tem relação estreita com a vida, a energia vital das pessoas e a alegria de viver.
Não é de se surpreender porque esta glândula é maior nas crianças então…
Elas geralmente estão livres de muitas crenças e auto-limitações que nos impomos conforme amadurecemos neste corpo.
Você já deu uma volta no quarteirão com uma criança de 4 anos?
Tudo para elas é incrível, um avião que passa no céu, o gatinho em cima do telhado e até coisas inusitadas como um passarinho que acaba de fazer um cocozinho no chão.
Elas sorriem e aprendem com cada movimento, gesto, olhar, vivem sua luz sem medo e esbanjam sua criatividade.
Nós adultos, por outro lado, estamos geralmente entulhados de crenças e julgamos tudo sem aproveitar quase nada do nosso dia a dia.
Olhamos muito pouco a graciosidade da vida, esquecemos de continuar aprendendo com as pequenas coisas e regramos a nossa mente de tal forma que não há mais espaço para a criatividade e leveza brotar.
O Timo é extremamente sensível e reflete estas condições.
Pessoas extremamente alegres e criativas vivem mais e com melhor saúde.
A tendência é que o timo, nestas pessoas, seja maior e mais ativo.
No passado….
A medicina supôs erroneamente que o timo era desnecessário, poisatrofiava com o tempo. Muitas pessoas foram tratadas com emissão de Raio X para garantir que seu timo muito bem desenvolvido atrofiasse.
Hoje, já se sabe que o Timo continua ativo, mesmo quando diminuto. Ele tem uma função no organismo e sua preservação é interessante para a manutenção do corpo saudável.
Então…
Saiba que sua glândula timo é importante e que ela é afetada pelos seus estados emocionais, pensamentos, energias ambientais e logo pelas suas crenças.
Quando estimulamos energeticamente o a glândula timica com massagens ou apenas energia, notamos que pessoas deprimidas ou cheias de magoas / raivas sentem esta região muito sensível.
Para algumas pessoas esta região dói muito quando estimulada. Dizemos neste caso que sente dor no timo.
Conforme a região é desbloqueada a dor desaparece.
Esta glândula quando tem suas funções energéticas desbloqueadas indica maior lucidez espiritual e inclusive nos propicia maior facilidade para lembrarmos de projeções de consciência.
Pessoas depressivas tem esta região “congestionada” assim como pessoas com doenças que põe suas vidas em risco e pessoas muito endurecidas pelas crenças.
Quem chega ao ponto de ser muito metódico apagando a própria criatividade ou quem vive mecanizado sentirá também os efeitos dolorosos nesta região.
Outra coisa importante que precisamos falar, é que estamos em um processo de transição em nosso mundo, o que faz com que estejamos sendo chamados a rever ativamente nossas auto-limitações.
É por isso que hoje intensificamos no consultório os trabalhos de Terapia de Vidas Passadas, Apometria e outros trabalhos espirituais e energéticos. Mais do que nunca estamos sentindo e sendo puxados para nos desbloqueio e transmutação de nosso peso. Assim, criarmos um mundo melhor.
Se a região do timo te parece sensível e já foram descartadas causas médicas, trabalhe esta região e procure atividades que te tragam alegria (não apenas prazer).
Faça coisas criativas e usufrua de contato com a natureza.
Simplesmente massagear esta região a noite antes de dormir ou durante o banho (de forma suave) poderá te ajudar também.
Abaixo estou colocando alguns exercícios que você pode praticar para a energia do timo.
NO LINK ABAIXO VOCÊ ENCONTRA EXERCÍCIOS PARA O TIMO.

Fonte: Espiritualidade Elevada

sexta-feira, 6 de junho de 2014

***INTERAÇÃO COM A QUARTA DIMENSÃO (4D)***



Já foi dito que o tempo que se aproxima trará uma mudança vibracional para o planeta. Essa mudança fará com que ele venha a participar da possibilidade de ter acesso à quarta dimensão.
É um momento importante no cosmo. Este acontecimento, há milhares de anos esperado, vai permitir que inúmeros planetas de terceira dimensão passem a interagir na quarta dimensão.
Esse evento que nos atingirá de modo direto não é único no cosmo, pois acontece com outros pontos de vida em terceira dimensão também.
A literatura de ficção tem romanceado muito sobre a quarta dimensão e, por isso, todos aqui têm formado uma idéia sobre as viagens no tempo e isto, neste momento, não há de nos ajudar a compreender o assunto em questão.
Seria mesmo necessário pôr de lado tais idéias das histórias de aventura.
LEI DA NÃO AÇÃO: O primeiro ponto importante é uma lei cósmica. Ao percorrer o tempo, seja no passado ou futuro, não é possível ação ao viajante. Assim, o que ocorre é observação passiva, exclusivamente, o que desfaz o eixo das fantasias que as máquinas do tempo sugerem.
TEMPO ZERO – É fundamental manter-se em um estado de equilíbrio. Estando o individuo energeticamente harmonizado deve ir até a instância em que o tempo se torne zero.
É uma circunstância onde não se participa do tempo real. Durante o período em que a pessoa está no tempo zero pode sentir um zumbido no ouvido ou a sensação acústica similar a que é provocada encostando uma concha do mar no ouvido, ou pode haver uma sensação depressão auricular.
Pode haver uma sensação física de alteração do equilíbrio de modo que a pessoa fica oscilando, quer seja em pé ou sentada.
No tempo zero o indivíduo pode ter flashes do passado ou futuro, visto que aí o inconsciente emerge com todo o volume de informações contido na história da alma. Podemos dizer que no estado hipnótico (nas regressões profundas) este nível de acesso às informações pode ser alcançado também.
É comum sentir enjôos e ocorrer desmaios. Muitos são os relatos de pessoas abduzidas que descreveram tais sensações ao passar pelo portal, antes de ingressar numa nave, por exemplo.
Porém, em viagens sucessivas, o corpo vai se tornando mais sutil, pois estas sensações ocorrem em função da densidade corporal que ainda temos. Assim, com o corpo mais sutilizado, ot empo suportável na quarta dimensão, que inicialmente é de 15 minutos (alguns casos raros suportam até 2horas), estende-se com a sucessão de experimentos. O nosso corpo não suporta por tempo prolongado o bombardeamento das micro-partículas vindas dos raios cósmicos e que atuam diretamente sobre nossa constituição. Ocorreria o mesmo que uma sobrecarga elétrica numa bateria: ela explodiria.
Por haver tal bombardeio, poderíamos dizer que há uma certa repulsão da própria energia cósmica face a nossa intensa densidade. Isto é uma lei natural.
Não alteram o nosso metabolismo para nosso prejuízo. Mas, para almejarmos estes vôos cósmicos, sabemos que teremos que sofrer uma modificação física de modo que nossa densidade torne-se bem menor que a atual. Por outro lado, começamos a entender a facilidade de deslocamentos dos seres dimensionais e energéticos, cujos corpos são muito mais sutis que os nossos.
Ao retomar da quarta dimensão algumas pessoas sentem-se letárgicas, outras um estado próximo do êxtase. Seus relógios registram a mesma hora que marcava quando a viagem iniciou. Não obstante, asf unções fisiológicas continuem normais, não ocorre envelhecimento. O não envelhecimento é observável em seres de outros planetas cujas descrições, várias em literatura e em relatos diversos, dão testemunho que há jovialidade notável nos contatados e que também não sofrem problemas de saúde.
O que participa da quarta dimensão é transmutado, a interação é interna e externa. O que é negativo(doente) transforma-se em positivo.
Muitas vezes, basta a um indivíduo apenas uma interação na quarta dimensão para a completa cura de desordens físicas.
AS VIAS PARA A QUARTA DIMENSÃO
ATRAVÉS DE UM PORTAL – Um portal é uma dobra no espaço onde existem condições eletromagnéticas tais que ocorre uma fusão de espaços. Isto permite que se alcance, por exemplo, outro planeta.
Deste modo, podemos dizer que ao passarmos por um portal projetamo-nos em outro lugar.
O tempo marca nossas vidas.
Pensar uma realidade sem ele é tarefa difícil para a mente racional. Porém, precisamos começar a ter idéia que o tempo não existe.
O espaço, este sim, deve ser nosso referencial. Assim é que, quando passamos por um portal, tornamo-nos invisíveis para as pessoas que ficaram onde o portal foi levantado e nós mesmos não as vemos, pois estamos literalmente em outro lugar.
Para que a passagem pelo portal se faça, basta que a mente dirija, pela vontade, a direção. Caso duas pessoas estejam tencionando ir juntas a um destino,ambas tem de mentalizar o mesmo local.
Se não houver concordância, a viajem não será possível. Se uma ou mais pessoas entrarem no portal, ele permanecerá aberto até que a última pessoa retome.
Um portal é feito através da canalização de energiavibracional de, no mínimo, seis pessoas.
ATRAVÉS DO USO DA PITUITÁRIA – Usando a função da pituitária no plano sutil, que é de possibilitar ao indivíduo o deslocamento no tempo e no espaço, por conseguinte.
Aqui, o indivíduo se torna invisível para os demais no mesmo ambiente, porém ele vê os outros, já que continua ali, só que em um universo paralelo, portanto, invisível para os demais. Ele sente, então, que ficou no mesmo lugar mas o tempo no seu relógio permanecerá parado até o momento em que retornar do seu estado de invisibilidade.
Materialização: Para eliminar as energias negativas que ocorrem durante a travessia para a quarta dimensão, dão-se materializações.
Falamos de energias negativas referindo-nos às próprias emanações naturais do planeta, inerentes à sua condição
de terceira dimensão, ou seja, inerente à sua densidade.
Exatamente por a Terra ser um planeta que ainda está na terceira dimensão, suga energia.
Quando ao que chamamos janela do tempo abre-se, permite que tudo passe para sofrer uma reciclagem.
Conseqüências da evolução para a interação na quarta dimensão no planeta:
A primeira grande transformação será no nosso corpo: ele vai se tornar mais sutil. As articulações sofrerão uma dilatação, o coração diminuirá de tamanho entre 10% a 15%, o cérebro tornar-se-á capaz de reter e aproveitar melhor o oxigênio, tornando possível, então, permanecer até quatro horas sem respirar.
O pensamento criará formas onde tudo será possível. Por esta razão é fácil materializar quando se participa da quarta dimensão.
Podemos dizer que o domínio da matéria faz parte da Quarta dimensão. O cérebro passará a funcionar em nível mais alto de ondas cerebrais. Em verdade, o mental dimensional passará a ser a constante de funcionamento.
Dado o grau de vibração humana, tudo a volta é tocado; assim, vegetais e animais receberão a possibilidade de sutilizarem seus corpos também, permitindo assim suas evoluções, pois tudo e todos que não evoluírem perecerão.
Desse modo, mutações ocorrerão e novas espécies aparecerão, compartilhando o planeta com um novo homem.
Por tudo o que já foi dito até agora, fica evidente que as condições para a passagem do planeta para a quarta dimensão trazem uma evolução ética implícita, pois só a ética ajustada permitirá a convivência com o domínio sobre a matéria, por exemplo, e todas as implicações que trará para o ser Humano Terrestre.


VIBRAÇÃO A TODOS OS SERES!!!

Fonte: UfologiaParacientifica

quinta-feira, 29 de maio de 2014

***O TEMPO PARA OS MAIAS***



A Lei natural do Tempo afirma que existe uma única frequência de tempo que unifica a ordem inteira galáctica desde o seu componente maior até ao mais ínfimo da existência: essa frequência de tempo é a relação 13:20. A matemática do Calendário Maia revela a matemática Universal da Quarta Dimensão.
A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham, de que tempo e espaço em verdade tratam-se de uma só coisa e que flui, não linearmente como na conceção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado glificamente por uma espiral.
Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre êle.
Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.
O calendário maia com ciclo equivalente a um ano solar era chamado Haab, e tinha ordinariamente 18 meses de 20 dias (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais afeto às atividades agrícolas, notadamente na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos. Era o calendário das coisas e das plantas.
Já o calendário Tzol’kin que possuía 13 meses de 20 dias, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas em função do qual se marcavam as cerimonias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis.
Assim que nascia uma criança, os maias as apresentavam aos sacerdotes que, em função do dia do nascimento, adivinhavam a futura personalidade da criança, seus traços marcantes, suas propensões, habilidades e dificuldades, analogicamente ao horóscopo mesopotâmico.
Os Maias souberam interpretar os ciclos corretos do tempo, da natureza e do cosmos, reconheciam e celebravam pontos de poder no tempo, e, para isso, observavam o céu e consultavam as efemérides, o livro dos dias ou das mudanças, como era designado pelos gregos, onde se registava o movimento dos planetas.
Além de estudar o posicionamento dos astros, eles perceberam mudanças energéticas, que ocorriam em períodos específicos durante o ano; mudanças estas que não se limitavam apenas à alteração da luz e do calor, mas que aconteciam a níveis bem mais subtis. Assim, demarcaram as quatro estações do ano, e nesses períodos aproveitavam para fazer mudanças sazonais adequadas a cada uma delas, reunindo-se em celebrações que chamavam festivais, os célebres festivais do fogo da Antiguidade. Reconheceram também o ciclo das quatro estações da Lua, que, além de os orientar para a plantação e colheita, os ordenava em ritmos internos.
Os Maias entendiam o tempo da mesma forma que o conceito de ‘Noosfera‘ de Teilhard de Chardin e o ‘Num‘ dos egípcios, uma espécie de oceano cósmico de onde tudo flui e de onde plasmam todas as formas vivas. Compreenderam o tempo mais do que qualquer outra cultura, percebendo que ele é a quarta dimensão, assim como afirmou Einstein. Para eles, o tempo não era uma medida linear (presente, passado e futuro), mas uma série de ciclos que se repetem, tal como afirmava Pitágoras, no século V a.C. E concebiam a Terra como um ser vivo orgânico, antecipando o pensamento dos ecologistas de nosso século.
O calendário Tzolkin, com 20 selos(solares) e 13 tons galácticos(ou lunares) que possui 7 dias de semana, 13 meses de 28 dias e um dia fora do tempo no final do ano.
Alguns acreditam que os maias identificaram o aspecto energético e espiritual do tempo de cada dia e codificaram isso em seus calendários. O que temos, com efeito, é que, a par do arranjo dos ciclos, os maias tentaram consolidar os principais eventos de tais dias.
Há quem diga que os maias definiam o tempo como uma energia real ou força que existe em todo o universo, cuja freüência seria 13:20
Treze referir-se-ia às 13 lunações anuais (13 x 28 = 364) onde o mês lunar tem 28 dias, que, coincidentemente multiplicado por 20 (base) resulta em 260 dias, período algo próximo ao ciclo ovariano da reprodução humana.
Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos, dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais, sincronizada à repetição do curso dos astros na abóbada celeste, é que acabou inspirando os maias à criação de seus calendários.
É pois reconhecido que muito da matemática e astronomia dos maias se desenvolveu sob a necessidade de sistematizar o calendários com os principais eventos no qual o desenvolvimento da escrita tinha o papel preponderante de registrar tanto as datas como os eventos.
O mês de vinte dias é um tanto mais natural e adequado na cultura maia, já que a sua matemática usava a numeração na base vinte, que corresponde à soma dos dedos humanos das mãos e dos pés.
Não é por outra razão que a cada katum (período de 20 anos), data auspiciosa como nossa década, os maias erigiam uma estela, monumento lítico belíssimamente decorado, no qual registravam as datas e principais eventos, que poderiam ser interpretados no futuro.
Como qualquer outra civilização antiga, os maias sacralizavam os conhecimentos de astronomia, matemática e escrita, sendo estas de função dos sacerdotes e letrados cujos registros se cristalizaram no sistema de calendários, desde muito cedo aperfeiçoados.
Se a duração ciclo completo do haab (365 dias + 1/5) era demarcada ao compasso do ano solar, a duração do ciclo completo do Tzol’kin (260 dias) corresponde a duração de um ciclo biológico humano desde a concepção até o nascimento.
Por isto, o haab regia a agricultura e as coisas, e por isto mesmo o tzol’kin regia a vida das pessoas, a partir de seu aniversário, fornecendo-lhes preceitos e presságios.
Alguns teóricos esotéricos afirmam que o número Vinte refere-se às 20 freqüências solares, que representam o ciclo de possibilidades de transformação que cada um desses radiopulsos pode sofrer nos espectros de freqüência. A união dessas energias cria um padrão de pulsação radiante que contém um tipo específico de informação para cada dia.
Afirmam que os 13 Tons e os 20 Selos se combinam, criando a matriz de 260 unidades coincidente com o calendário sagrado Tzolkin.
Este calendário é um índice que combina nossos níveis tridimensionais de freqüências com as freqüências da quarta dimensão. Ele nada tem a ver com começo ou fim.
Cada dia, que é chamado de Kin na língua maia, tem uma configuração energética específica, carregada de informações e ressonâncias. Um KIN é o padrão planetário de tempo, que corresponde à duração de uma única rotação do eixo terrestre, um dia e uma noite. Dependendo da energia que recebemos do centro da galáxia e do sol, cada kin, soa de modo distinto.
Existem 260 kins no calendário sagrado Maia. E um deles influencia o destino de cada pessoa, pois ele codifica o aspecto energético e espiritual do dia em que nascemos. Este kin é a nossa assinatura galáctica. Segundo a antiga ciência maia, saber qual é nosso kin nos possibilita um conhecimento maior de nós mesmos e mostra o caminho para a integridade, a harmonia da mente e do espírito, proporcionando a paz interior através do reconhecimento de nossas potencialidades e dos desafios que devemos trabalhar para nossa evolução. Mostra como podemos agir de acordo com nossa essência, o que multiplica as chances de sermos bem sucedidos nas atitudes que tomamos em todos os aspectos de nossa vida.
Enfim, é o resgate e justificativa de algumas crenças que, embora reformuladas e retocadas, pululavam na primitiva religião dos maias.
Então, só pra lembrar, os maias usavam três calendários: o calendário histórico de Contagem Longa, o calendário civil Haab e o calendário religioso Tzolkin. Cada calendário estava organizado como uma hierarquia de ciclos de dias de vários comprimentos e não tinham nenhum mecanismo de sincronização com o Sol ou com a Lua. No entanto, o calendário de Contagem Longa e o calendário civil continham ciclos de 360 e 365 dias, respectivamente, correspondendo aproximadamente ao ano solar. Todos os ciclos eram representados por números (e não nomes) e os dias e os ciclos contavam-se a partir de zero (e não de 1, como na maioria dos calendários) o que facilitava a computação de datas.
No calendário histórico de Contagem Longa, a cada ciclo de 20 dias (kin) correspondia um uinal; a cada ciclo de 18 uinal (360 dias) correspondia um tun; a cada ciclo de 20 tun (19,7 anos) correspondia um katun; a cada ciclo de 20 katun (394,3 anos) correspondia um baktun. Uma data era representada pela sequência dos números correspondentes a cada ciclo: baktun . katun . tun . uinal . kin.
A cada ciclo de 20 baktun (7 885 anos) correspondia um pictun;
a cada ciclo de 20 pictun (157 704 anos) correspondia um calabtun;
a cada ciclo de 20 calabtun (3 154 071 anos) correspondia um kinchiltun;
a cada ciclo de 20 kinchiltun (63 081 429 anos – um período curiosamente parecido com o tempo desde o desaparecimento das dinossauros) correspondia um alautun.
Os Maia acreditavam que no final de cada ciclo pictun o universo era destruído e recreado de novo (o próximo apocalipse dar-se-ia em 12 de Outubro de 4772).
No calendário civil Haab e no calendário religioso Tzolkin não existia número para cada ano; quando acabava o ciclo total de 365 ou 260 dias, começava-se simplesmente um novo. Não é possível converter uma data desses calendários a uma data única de outros calendários. Os Maias especificavam por vezes uma data usando conjuntamente as datas de ambos os calendários; essa data composta só se repetia de 52 em 52 anos.
No calendário civil, havia 18 períodos com nome, de 20 dias cada, seguidos de 5 dias extra (Uayeb) que não se consideravam fazer parte de nenhum período. As datas escreviam-se como o número para o dia (0 a 19 para períodos regulares e 0 a 4 para dias do Uayeb) seguido do nome do período.
No calendário religioso Tzolkin, usavam-se dois ciclos em paralelo: um ciclo de 13 dias numerados e um outro de 20 dias, cada um com o seu nome. O número de cada dia ia sempre sendo incrementando até chegar a 13, quando voltava a ser recolocado a 0. A cada novo dia era afixado o nome seguinte no ciclo de 20 nomes. Como 13 não é um divisor de 20, decorre um ciclo de 260 dias até que o calendário se repita.

Fonte: UfologiaParacientifica

***O CICLO***



Basicamente, a finalidade desse ciclo, cujo nome não se conhece, era conciliar o ano Haab de 365 dias como o ano Tzolkin de 260.
Ciclo do ano solar = 4 anos
Ciclo do ano religioso = 13 meses
O mínimo múltiplo comum de 4 e 13 é = 52
52 anos X 365 dias= 18.980 dias
73 X 260 dias = 18.980 dias
Não havia numeração sequencial do ano solar. Em virtude do ciclo de 52 anos, que os maias denominavam de A Volta do Calendário, dificilmente um cidadão vivia mais do que duas voltas do mesmo (104 anos).
O mais extraordinário no sistema era que ao fundirem os dois calendários (religioso e solar), uma data somente se repetiria após 18.980 dias.
Os dois sistemas, Tzolkin e Haab, iniciavam ao mesmo tempo e, somente decorridos 18.980 dias, 73 anos religiosos e 52 anos solares, os dois primeiros dias dos respectivos calendários emparelhavam-se.
Ordem síncrona
A ordem sincrónica descrita pela Lei do Tempo consiste de camada sob camada de ciclos. Para entendê-las passaremos pelos estágios de abertura dessas diferentes camadas de ciclos.
A perfeição harmónica do calendário das 13 Luas/28 Dias a torna o veículo perfeito para codificar as diversas dimensões cíclicas da ordem sincrónica. Este é o significado verdadeiro do tempo como a quarta dimensão.
A medição de tempo quadrimensional é chamada de Módulo Harmónico.
É baseada no Tzolkin, a chave para o sistema de calendário Maia.
Como o Módulo Harmónico, o Tzolkin é uma matriz de 13 x 20 (frequência 13:20), consistindo de permutações de 20 ícones ou selos solares e de treze números denominados de tons galácticos. As 260 permutações possíveis do selo e tom criam o ciclo de 260 Kin.
O ciclo de 260 Kin (dia) associado ao ciclo de 365 dias do calendário das 13 Luas cria um ciclo de 18.980 dias ou 52 anos, durante os quais não se repetem dois dias. Isto é chamado de Ciclo Solar-Galáctico.
O Tzolkin é um espelho de nossas relações e formas de se comportar no mundo.
O Tzolkin esclarece padrões de sincronicidades. Depois de identificados os padrões, nossos alinhamentos ou alianças se tornam intensificados. Primeiro vem o alinhamento com nosso próprio destino individual.
Os 20 signos sagrados e os 13 números do Tzolkin são os guias de destino que monitoram as sincronicidades de nossas vidas. Todos os dias têm: um signo diferente; um tom diferente; é um dia da semana; e é um dia de uma determinada Lua.
Esta combinação de informações determina como as sincronicidades de nossas vidas são traçadas e se tornam aparentes.

Fonte: Ufologia Paracientifica 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Discernimento



Viva de acordo com sua própria pequena luz. Suficiente luz tem sido dada a você, você a trouxe com você. Você não precisa viver de acordo com Buda, de acordo com Mahavira, de acordo com Krishna. Eles nunca viveram de acordo com ninguém mais, lembre-se.

Eu ouvi a respeito de um Mestre Zen, Bokoju. Ele estava celebrando o aniversário de seu Mestre. Alguém perguntou a Bokoju, "Mas você não seguiu ele - por que você está celebrando seu aniversario, por que você está dando seus respeitos"?

E Bokoju disse: "Meu Mestre nunca seguiu seu Mestre e estou fazendo o mesmo.
E meu mestre disse-me para não segui-lo - esta é a sua mensagem para mim. E é por não segui-lo, que grande luz aconteceu em mim. E daí em diante, respeito e gratidão".

Mas as pessoas vivem muito tolamente, elas são imitadoras. Depois que Pitágoras morreu, uma grande superstição se espalhou entre seus seguidores: que feijões não eram para serem comidos. Feijões? Pobres feijões! E através dos tempos as pessoas desejaram saber por que os pitagóricos não comem feijões. Pitágoras era vegetariano, mas feijões não são não-vegetarianos.
Pitágoras estava perfeitamente certo em não comer carne e peixe, mas por que feijões?

Na realidade, eles nunca o satisfizeram - esta era a única razão.
Sempre que ele comia feijões, ele tinha um problema de estômago. Pitágoras sofreu por comer feijões; ele parou de comer feijões - o que é perfeitamente certo"!
Ele ouviu sua voz, ele não se perturbou. Ele esteve na Índia; ele aprendeu o vegetarianismo aqui. Buda costumava comer feijões e Mahavira também - os grandes vegetarianos. Ele não se preocupou com os vegetarianos. Ele eliminou os feijões porque eles nunca o satisfizeram.

Mas veja os discípulos tolos: ao longo dos tempos eles não comeram feijões.
Eles não responderam por que, também. Eles pensaram, "Deve haver algum segredo nisto que nós temos seguido".

Pitágoras costumava caminhar descalço. É um belo exercício para contatar a terra.
É como Mahavira costumava caminhar, andar - descalço. Se você está caminhando suavemente sobre a terra, o melhor modo é caminhar descalço, sem sapatos. Você tem um tremendo contato com a terra.
Nós pertencemos à terra. Metade de nós é parte da terra e metade é parte do céu.
E quando você está caminhando cedo, ao nascer do sol sobre a terra molhada, você está usufruindo ambos, o céu e a terra. É perfeitamente certo!.

Mas agora, sobre estradas de asfalto, os macacos Jaina seguem caminhando descalços. Agora é muito perigoso, causa danos ao sistema nervoso. Caminhar sobre o cimento ou sobre o asfalto sem nenhum sapato é muito ruim para todo o sistema nervoso, particularmente para as células cerebrais; afeta-as. Caminhar sobre a terra molhada é belo para o sistema nervoso. Tranqüiliza, acalma.

... Lembre-se sempre de que cada um tem de viver de acordo com sua própria luz.
O mestre não tem que ser imitado literalmente. Ele tem que ser compreendido.

... E as pessoas são tão apressadas em imitar. Por que as pessoas querem imitar? Porque é mais fácil. Não é necessário inteligência para imitar. Qualquer idiota pode imitar. De fato, somente idiotas imitam. Uma pessoa inteligente aprende, compreende e segue sua própria luz, que surge da sua compreensão.

... Eu concedo a você absoluta liberdade para ser você mesmo. Eu ajudo você a alcançar esta liberdade. Eu não ajudo você a cultivar um caráter, eu ajudo você a criar uma consciência. E então esta consciência traz seu próprio caráter. Mas este caráter é um fenômeno líquido, não tem rigidez". 


OSHO - Philosophia Perennis
Vol 1, Ch #7: Awareness: The Master Key