quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O Espinheiro, Mar Buckthorn: A planta mágica de Alexandre, o Grande!



O Buckthorn mar contém mais de 15 antioxidantes e favor é o suporte perfeito para muitos tratamentos.


A lista de plantas conhecidas para a ciência moderna Hippophaes farmacêuticas qualidades detém uma das mais proeminentes hippophaes theseis.To são as plantas mais antigas da terra e bem antes da Idade do Gelo. Cresce como um arbusto em toda a região da Eurásia. Nas campanhas de Alexandre, o Grande, foi observado que os cavalos doentes e feridos foram curados por comer as folhas e frutos da planta e começou a polir o cabelo, a observação foi dado o nome de (cavalo -? FAOS = brilho cavalo). Então, comecei a usar e os soldados, junto com ele para as campanhas mais poderosos. Há também relatos de seu uso em suas campanhas e Khan Jenkins. hippophaes O mencionado por Theophrastus, aluno de Aristóteles, mas principalmente pelos Dioscorides Anazarbus, o pai da farmacologia. . referências Hippophaes existe em tibetano e da medicina chinesa Desde 1929, quando foi realizada a análise bioquímica dos frutos da planta, o conhecimento das propriedades medicinais da planta estão aumentando. Além disso, há o conhecimento factual (Alemanha, Rússia, Canadá, China, Finlândia, Reino Unido, Suécia, etc) para hippophaes e 5 são dedicados porquê conferências. O óleo produzido a partir do fruto de plantas com o método de prensagem, sem produtos químicos ou outros aditivos. Contém mais de 190 nutrientes e substâncias orgânicas, harmoniosamente ligados, portanto, a razão pela qual temos os resultados relatados na literatura, mas também de uso diário. Uma planta milagrosa também foi encontrado que:




O nível de vitamina C é de cerca de 1000% superior ao da laranja, assim utilizados a resfriados.
Segundo os cientistas russos e chineses, Hippophaes contém 190 componentes bioativos dos quais 106 está no óleo.
Ele contém clorofila, ferro, licopeno, zeaxantina, astaxantina, beta-caroteno, selénio, crómio, todo o complexo de vitamina B, e uma série de outros ingredientes.
Contendo mais de 15 yperantioxeidotika é a fonte mais rica do mundo.
óleo é a melhor fonte única, que é conhecido pelo homem para a vitamina E, vitamina C, betacaroteno, ácidos gordos insaturados, aminoácidos essenciais e flavonóides .
O teor de vitamina E (d-alfa-tocoferol) é de 200% maior do que o óleo de trigo, 900% maior do que o óleo de milho e 3500% maior do que o óleo de soja. A d-alfa-tocoferol é a forma mais potente de vitamina E.
Contém beta-sitosterol, que é 3000% mais forte na quebra das gorduras de colina.
Mais de 90 por cento do total dos ácidos gordos são ácidos gordos insaturados. O óleo contém Hippophaes (17-20%) ômega-3 (28-30%) ômega-6, (36-40%) ômega-9 e ômega-7.
O Hippophaes contém todos os minerais e oligoelementos.
possui concentração de potássio excelente. O óleo de Hippophaes não contêm metais que são prejudiciais para o organismo.
Contêm todos os aminoácidos.
hippophaes Os Eubias, simplesmente cultivadas, não resultando laboratório.
Também contém proteína de 32%.
Os resultados mostraram que o óleo tinha uma eficácia terapêutica no descoloração da pele em sardas, contra o envelhecimento prematuro, no endurecimento da pele, descamação, a aresta e a dermatite de repetição. Hippophaes que torna tão valiosa qualidade Fat As Hippophaes éteres contendo gordura e glicerol de alta qualidade, é a maior fonte de ácidos graxos foi descoberto até o momento. A qualidade dos ácidos gordos é determinada pela composição de omega, a qual é particularmente elevada, devido à gordos omega contendo as proporções correctas. O corpo humano não pode produzir-se todos esses ácidos graxos, assim que você deve sempre ser administrado pelo ambiente. Vitaminas e Minerais Vitaminas são necessárias para a vitalidade, crescimento e saúde. Regulam as funções corporais e aumentar a resistência do organismo a doenças e stress. O Buckthorn mar é tão rica em vitaminas, minerais e ácidos graxos, tornando produto de ervas de liderança. Comparado com os Hippophaes concentração vitaminas oferecem outras fontes de nutrientes é mínima.Lembre-se que mesmo uma pequena deficiência em apenas uma vitamina pode causar desequilíbrios em sua saúde. É por isso que o Mar Buckthorn é um suplemento nutritivo indispensável. Hippophaes Isto também contém vitaminas B, o que é muito importante. Muitas vezes, estas vitaminas são classificados como ansiolíticos, devido ao impacto positivo que têm sobre o sistema nervoso. O Buckthorn Mar é rico em proteínas e vitamina B12, que é especialmente importante para os vegetarianos, pois é praticamente impossível obter a partir de alimentos outra planta. Além disso, o Mar Buckthorn contém um dos mais potentes anti-oxidantes beta-caroteno, uma substância que é convertido em vitamina A no organismo. A vitamina D aumenta a resistência do corpo, e ajuda a manter a pele, os cabelos, as unhas, os olhos em condições ideais. O Buckthorn Mar também é extremamente rica em vitamina E. Esta vitamina ajuda a melhorar o desempenho físico e mental, aumentando a vitalidade. Ele também contém serotonina e 28 elementos vestigiais.








Fonte:

haralambous.pblogs.gr

Πηγή: http://www.afipnisoy.com/2012/01/blog-post_6379.html#ixzz2IAGXpszt
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Este artigo foi retirado de uma blog Grego a tradução foi feita pelo Google tradutor, desculpem por qlguma falha que possa haver na compreensão do mesmo. Obrigado :)

AMOR = CINTURÃO DE FÓTONS EM ALTÍSSIMA FREQUÊNCIA NO CAMPO ELETROMAGNÉTICO.


O AMOR é a energia mais poderosa que existe no UNIVERSO. Porém, também é a mais DESCONHECIDA do mundo.

Enquanto as pessoas se apegam a velhas crenças sobre o amor (amor-família, amor-bicho de estimação, amor-religião, etc.), a humanidade se perde na profundidade e no poder criativo e realizador que o amor proporciona em todos os campos de sua vida, onde até a Física Quântica já entende sobre este conceito.

Somente quando romper as barreiras do ego encontra-se o verdadeiro sentido do amor: transcendência, sem preconceitos, sem zona de conforto, sem medos. É puro êxtase e paixão pela vida 24 horas por dia.

Aqui temos uma imagem ilustrando o campo do planeta Terra sendo rodeado em torus pelo campo do amor e no centro, uma forte rajada de energia do Cinturão de Fótons que está sendo emanado neste exato momento desde o dia 21.12.12 e que vai durar 2.000 anos. Tempo este onde a humanidade estará re-aprendendo o real valor do amor.

Por isso muitos estão despertando antecipadamente e outros, na maioria, ainda não estão sentindo, por estar envolto numa "casca" de EGO extremamente blindada durante anos e anos de reencarnações.

A catarse vai aumentando de acordo com a ressonância vibracional com esta nova frequência de ondas que este Cinturão de Fótons está emitindo.

É pura ENERGIA DO AMOR "lavando" o planeta Terra.

Precisamos somente procurar nos conscientizar a cada dia sobre nosso papel neste planeta. Estar mais e mais em harmonia com tudo e com todos. Elevar mais pensamentos positivos (amor total) em nossa vidas e pelo próximo. Agir mais pela evolução e desenvolvimento de nossas capacidades intelectuais e físicas e sair de cima do muro, achando que nada o que nos rodeia tem a ver conosco, exemplo: a fome na África, corrupção e crise na Europa, a exploração sexual e pedofilia, a mutilação das mulheres (genitais) no Oriente Médio e África, falta de ética na política do Brasil, a falta de educação e saúde de qualidade, etc, etc....

Ficar sempre alheio diante das desumanidades acometidas e ficar sendo manipulado pela mídia (novelas, BBB, futebol, publicidade, etc), está gerando consequência enormes e prejudiciais ao povo que permite ser manipulado e conduzido como ZUMBIS.

Isso tudo é consequência da falta de consciência da ENERGIA DO AMOR.

Que todos fiquem na paz do amor.

Namastê.

Kristina Kina ( Gratidão amada )


Fonte: Consciência Cósmica - http://www.facebook.com/conscienciacosmicaluz?ref=stream

terça-feira, 15 de janeiro de 2013



Tudo que é "perfeito" tem limites impostos pelo seu próprio ser ou estado de "perfeição": um ser que manifeste as suas qualidades não o pode fazer sempre em todos os aspectos. O imperfeito, além de não manifestar sua potencialidade, quando o faz, pode fazê-lo de modo a não preencher as características do seu ser.

O homem é um ser social e possui uma individualidade. Não é perfeito e portanto, sob diversos aspectos, limitado. Precisa viver consigo mesmo e com os outros, porém, as leis pessoais não são as mesmas que as sociais. Pelo valor que é a individualidade, alguns homens são melhores em certos aspectos; outros, em outros, e assim a sociedade se completa e a vida social é possível. Mas a moeda tem outra face e o fato das pessoas diferirem em tantos aspectos pode gerar atritos de valores. Os limites das pessoas também são diferentes. Neste ponto começa o limite entre o pessoal e o social. Existem situações que podem ser ignoradas, passíveis de serem aceitas, em prol da sociedade, do bem comum. Mas o limite não é fixo, pode variar muito: toleramos algo numa manhã, mas se o mesmo assunto for apresentado à noite..., passa dos limites. Quereríamos que este limite fosse mais elástico, e de certo modo o é. O limite da tolerância tem por um lado a manutenção da individualidade e por outro a inclusão do individual no social. Se isto não ocorrer, alguns perdem sua individualidade e outros são excluídos e preferem se isolar do convívio social.

Neste conviver, o homem percebe que seus sonhos nem sempre são realidades quando se analisa na perspectiva do tempo. A certeza da morte o incomoda, seja pelo desejo de realizar-se, de deixar uma contribuição para a sociedade, ou pelo nihilismo teórico-prático em que muitos podem mergulhar.

Nossa liberdade é o preço da nossa existência, segundo Rodríguez-Rosado (1976). Existimos como seres humanos livres. Se não tivéssemos liberdade, nossa existência com certeza não seria da mesma forma. Seríamos outros seres, incapazes de optar, pois nosso protocolo seria rígido. Ao optar, por exemplo, entre ficar em casa estudando ou sair com os amigos para descansar, em qualquer um dos casos, mostraremos que somos livres - e responsáveis -, mas pagaremos o preço da nossa livre decisão. Cada ser humano pode optar, e ao escolher exclui algo. E todas as nossas ações podem ser vistas por terceiros, que nos rotulam em função das nossas ações. Existimos e somos, mas nem sempre gostamos de ser rotulados pelos nossos defeitos, modos etc. Algumas pessoas possuem defeitos mais evidentes, que se manifestam no convívio social. A semelhança de uma verruga negra e grande na ponta do nariz; caso estivesse escondida em outra parte do corpo, chamaria menos a atenção. Assim são nossos defeitos. Muitas vezes eles são evidentes, outras não.

A mente humana por vezes tende a caricaturizar em função dos traços ou atitudes negativas daqueles que nos cercam. Melhor seria ver os aspectos positivos dos outros: é mais fácil ensinar algo do que fazer alguém esquecer alguma coisa. Assim, poderíamos afirmar que a primeira impressão é a mais forte. Mas as pessoas mudam, por conta própria ou com a ajuda de terceiros. E no processo de mudança se percebe, por um lado, um limite pessoal; por outro, uma tolerância social. No final de cada interrelação, ambas as partes são capazes de exibir um estado superior ao anterior. É sobre estes pontos que iremos tecer algumas considerações.

A tolerância


A palavra tolerância provem do latim tolerantia, que por sua vez procede de tolero, e significa suportar um peso ou a constância em suportar algo. Teve no passado, e com sentido negativo, a função de designar as atitudes permissivas por parte das autoridades diante de atitudes sociais impróprias ou erradas. Hoje em dia, pode ser considerada uma virtude e se apresenta como algo positivo. Esta é uma atitude social ou individual que nos leva não somente a reconhecer nos demais o direito a ter opiniões diferentes, mas também de as difundir e manifestar pública ou privadamente(1).

Tomás de Aquino diz que a tolerância é o mesmo que a paciência(2). E a paciência é justamente o bom humor ou o amor que nos faz suportar as coisas ruins ou desagradáveis. Ao tratar do tema da justiça, o Aquinate também nos indica que "a paciência - ou tolerância - é perfeita nas suas obras, no que respeita ao sofrimento dos males, em relação aos quais ela não só exclui a justa vingança, que a justiça também exclui; nem só o ódio, como a caridade; nem só a ira, como a mansidão, mas também a tristeza desordenada, raiz de todos os males que acabamos de enumerar. E por isso, é mais perfeita e maior, porque, na matéria em questão, extirpa a raiz. Mas não é, absolutamente falando, mais perfeita que as outras virtudes, porque a fortaleza não suporta os sofrimentos sem se perturbar, o que também o faz a paciência, mas também os afronta, quando necessário. Por isso, quem é forte é paciente, mas não, vice-versa. Pois a paciência é parte da fortaleza."(3)

A diferença de abordagem, seja ela histórica ou dentro dos diferentes campos das ciências particulares, nos permite observar que dentro das humanidades, a tolerância diz respeito ao ser humano ou a sociedade, enquanto que nas ciências exatas, está baseada em leis físico-químicas e biológicas. Alguns exemplos ilustram o uso da palavra (in)tolerância ao longo dos séculos.

No final do séc. XVI, muito se falou de tolerância religiosa, eclesiástica ou teológica. Hoje em dia também se tolera - pacientemente - em pontos que não são essenciais de uma determinada doutrina mesmo que seja em detrimento da mesma, mas para uma melhor convivência social(4).

No passado (desde meados do séc. XIX), maison de tolérance(5) era a casa ou zona de prostituição: muitos toleram esses locais, procurando evitar, assim, a disseminação desses costumes em toda sociedade.

Na medicina, a palavra "tolerância" é utilizada para significar a aptidão do organismo para suportar a ação de um medicamento, um agente químico ou físico. Desta forma, as diferentes espécies toleram de diferentes modos os microrganismos: alguns adoecem e morrem, a outros nada ocorre. Os níveis de tolerância à radiação têm tal limite... Tecnicamente, a tolerância é o limite do desvio admitido dentro das características exatas de um objeto fabricado ou de um produto e as características previstas. Não são todos que suportam os medicamentos, e algo que está fora das normas algumas vezes pode ser tolerado. E assim pode se falar também de suportar fisicamente ou mentalmente algo pesado; em tolerar erros gramaticais; assim, podemos descer um degrau, recebendo o conhecimento neste nível, o qual é mais tolerável; algo pode ser tolerável, inclusive indiferente, aceitável: "o almoço foi bastante tolerável". Até mesmo dentro da ecologia Odum (1953) no seu livro Fundamentos de Ecologia coloca exemplos de limites de tolerância dentro da natureza(6).

Dentro das leis físicas, o universo tende a se desorganizar. Por outro lado, tudo que está vivo, tende a se organizar. Mas o homem, sendo livre, pode "ajudar" a desorganizar o mundo. Como num processo de tentativa e erro, as pessoas buscam soluções para viver consigo mesmo e com as demais. Às vezes parece que temos na mão um saco cheio de bolas, que tentamos arremessar e colocá-las dentro de um buraco distante. De modo simplista, dizemos que podemos acertar ou não, mas na prática, as coisas não ocorrem bem assim. O acerto aparece como uma vitória. Foram centenas de arremessos, e um acerto! Tolerar é aceitar os limites, é na realidade ser paciente. A paciência é justamente aceitar o desagradável, com bom humor.

Também na literatura universal, existem alguns provérbios que nos recordam a tolerância.

Tolérance n’est pas quittance(7), que poderíamos traduzir por: "Tolerância não é liberdade total...". Numa pequena cidade do interior, um deficiente físico, sem pernas, perambulava pela cidade com auxílio das duas mãos e o apoio do tronco. Durante anos, no seu trajeto, era debochado por um homem que dizia: - Vai gastar o... Um dia ele perdeu a paciência e matou o importunador. Na justiça, o aleijado foi duramente atacado, e tido como assassino cruel. O advogado, ao iniciar a defesa, falou durante dez minutos elogiando a qualidade de cada membro do júri, até que o juiz interrompeu: - Se o senhor não iniciar a defesa, não permitirei que prossiga. Sabiamente, o advogado respondeu: - Meritíssimo, se o senhor não agüentou dez minutos de elogios, imagine a situação do réu que suportou anos de insultos... Nestes casos, pode valer o provérbio: "Não seja intolerante a menos que você se confronte com a intolerância"(8).

Quanto à tolerância, costumamos atuar, como diz o provérbio, "com dois pesos e duas medidas": tendemos a ser muito complacentes com os desvios de nossa conduta (e isto quando os reconhecemos...) e implacáveis com os outros: não lhes damos o tempo necessário para mudar. De fato, abandonar um mau costume e atuar de modo completamente oposto é uma tarefa que exige esforço e pode durar meses ou anos... E, quanto aos outros, exigimos que tudo ocorra no mesmo instante, esquecendo que as coisas têm seu ritmo natural. Um feijão demora para germinar, crescer, florir, dar a vagem... e nós às vezes somos semelhantes às crianças, que deixam o feijão no algodão do pires com água, e no dia seguinte se decepcionam com a ausência de vagens. Para viver, deixar viver(9).

O que leva duas pessoas a entrarem em discórdia? A invasão do direito alheio, o ultrapassar o limite de tolerância, a incapacidade de compreensão mútua ou própria, a falta de empatia, a nossa própria natureza, o nosso temperamento. Somos limitados, e isto se manifesta também no modo tosco com que nos relacionamos muitas vezes com as pessoas.

A distância que existe entre as pessoas, em parte é criada por cada um. Às vezes percebemos que com alguns, já num primeiro momento, se consegue chegar perto, e falar sem gritar ou mandar mensageiros, mas nem sempre é assim. É preciso usar a inteligência, para encontrar o caminho da comunicação entre as pessoas. Inteligência e vontade de querer se comunicar... ou não.




Os limites


Nossas limitações são patentes. Não somos o que queremos, não fazemos tudo que sonhamos, não temos o dom de estar onde desejamos. Dentro destes limites é que nos movemos. Conhecer os limites pessoais e os dos outros - pois somos seres que não se repetem - é uma tarefa que dura toda a vida. O limite também não é algo estático, as pessoas mudam. Logo, o sistema de comunicação entre as pessoas é algo dinâmico e tem suas "leis" próprias, que cabe a cada um descobrir em cada momento. Em vez de gastar tempo reclamando que não existe comunicação, poderemos empregá-lo, verificando como estabelecer esta relação.

Por outro lado, quando as pessoas se aproximam, uma tem em relação a outra uma expectativa. Na prática existe também um pré-conceito, mas por ora, vale a pena refletir sobre a expectativa.


Expectativa


Nossas atividades estão inseridas no contexto da expectativa. Spes em latim, significa tanto esperança como expectativa de algo feliz. Um novo emprego, um novo trabalho, uma nova amizade geram expectativas. Alguns defendem a postura de não ter expectativa de nada, e assim, o que ocorrer de bom nos fará felizes. Mas isto não condiz com a etimologia da palavra. Temos esperança de que se agirmos de um modo, seremos felizes. Se nos relacionamos com alguém, é porque precisamos deste alguém, ou gostamos de estar com ele.

Quando um aluno se aproxima do professor para pedir um estágio, ambos têm uma expectativa. Explicitar estas expectativas um ao outro, evita a decepção. O combinado não sai caro, reza o ditado popular. Desta forma se evitaria a conhecida antropofagia...

A antropofagia nos une, quando os interesses pessoais têm a possibilidade de serem supridos pelas habilidades alheias. Agumas vezes o aluno apenas quer uma bolsa, ou aprender uma técnica, publicar um trabalho, decidir sua vida profissional; ou talvez ele esteja querendo ficar no estágio uma semana, um mês, um ano... sua vida toda. E como iremos saber se não perguntarmos? O professor também espera algo do aluno. Às vezes de modo possessivo, outras vezes de modo diferente, como mão de obra. Pode pensar também num talento para vida acadêmica, e se por um lado vê um discípulo, não pode deixar de encobrir as dificuldades pelas quais irá passar. Mas isto tudo, não passa de dúvidas. Um tem expectativa do outro, e nada mais lógico e razoável que exista um diálogo entre ambos, antes de iniciar as atividades. Alguém tem expectativa de alguém, mas ninguém não tem expectativa de ninguém... E os outros são para nós alguém... ou ninguém?!




Compreensão


Compreender cada um como é, acaba sendo o melhor modo de interagir. As vezes as pessoas precisam de peixe, outras vezes, precisam de trabalho educativo sobre a pesca, e sempre atenção externa de outras pessoas. Todos precisamos de cúmplices em nossas atividades.

Compreender, querer, perdoar. Esta tríade resume bem o relacionamento humano ideal. Da cultura popular somos capazes de lembrar: "Deus perdoa sempre, os homens de vez em quando, a natureza nunca" ou "Errar é humano, perdoar é divino". O perdão absoluto é divino. Nós podemos ter o ideal de perdoar, mas nem sempre conseguimos, como na terrível fórmula: "Perdoar, eu perdôo; mas esquecer, não esqueço...".

O erro das pessoas leva às vezes a conseqüências sérias para um perdão imediato. A reação pessoal ou social contra aquele que errou, pode ser irasciva, vingativa, punitiva. Mas o que se quer mesmo, é que aquele que errou, e com isto de certa forma agrediu, reconheça e mude. Talvez precise sofrer as conseqüências do seu ato para merecer o perdão. Não reconhecer o próprio erro ou de certa forma encobri-lo já consiste em parte da pena, por não se adequar com a verdade. Perdoar antes porém, abre uma porta honrosa para o agressor, que não precisa gastar tempo se justificando. Aqui vale mais uma definição do ser humano: aquele que é capaz de se desculpar e justificar em todos os seus atos, mas que ficaria envergonhado de manifestar esta desculpa ou justificativa em voz alta para outros. Sim, as desculpas que damos a nós mesmos para fazer coisas erradas, não convencem...

O castigo piora o ruim e melhora o bom, e como o bom deve ser melhorado, não se deve evitar o castigo. Mas, o ruim? Não merece o castigo, ou além do castigo precisa de algo para melhorar? Talvez precise também da compreensão... As pessoas aprendem também pelos erros, próprios ou alheios, históricos ou do presente. Quanto maior o erro, piores as conseqüências, e menores as chances de errar de novo. A evidência do erro para a sociedade mexe com os brios daquele que errou. A compreensão não pode ser confundida com a cumplicidade no erro; a cumplicidade está associada ao desejo de ser solidário com a pessoa que errou e disposição de ajuda para reverter esta situação. Esta aventura de compreender implica num compromisso. O amigo, é aquela pessoa que apesar de conhecermos perfeitamente como é, continua sendo amigo ou: "O amigo é o amigo do amigo".

O perdão, pode ser imediato ou não, com consequências ou sem elas. Ora, o tempo é apenas uma convenção, mas nem por isto deixa de existir... As pessoas, como o bom vinho, melhoram com o tempo ou, para continuar remetendo a provérbios: "O tempo é o melhor remédio". As pessoas, como já dissemos, buscam sempre uma justificativa para os seus atos, e também para perdoar. Em todos estes casos, é difícil ter a medida, pois a pena deve ser proporcional a ofensa, e o ofendido mostra que é grande, perdoando. As leis positivas neste sentido são como que a segurança da sociedade, na tentativa de se estabelecer uma medida; um verdadeiro protocolo social a ser atingido.

Sintonia


Uma rádio que está sintonizada, pode ser escutada sem ruídos, interferências. Escutar é um ato humano que reflete uma disposição interior. Peter Drucker dizia que "o verdadeiro comunicador é o receptor". Escutar é permitir o diálogo. A prática medieval de dialogar num debate, merece ser lembrada. Enquanto um falava, o outro era obrigado a escutar, pois antes de colocar seu ponto de vista, era obrigado a repetir a idéia do primeiro - com sua expressa aprovação - antes de colocar a sua resposta. Alguns têm o defeito quase físico de não escutar e a partir deste ponto seguem as discórdias.


Essencial, importante e acidental


Uma classificação das realidades pode incluir estas três divisões: essencial, importante e acidental. Talvez exista desacordo no que incluir em cada item. Pensar antes de discutir se aquilo é essencial ou importante ou acidental, em muito reduziria as discussões. Usar a inteligência para identificar exatamente onde se pretende chegar, também é uma forma de diminuir os problemas. Seja na via direta, não "criando" problemas, seja indiretamente, pela compreensão das realidades limitadas.

"Humildade não faz mal" - esta máxima popular, ajuda a retratar mais uma vez a dificuldade que temos de enxergar o mundo real. Por um lado, temos esta deficiência, e por outro temos a teimosia de justificar os atos errados. Se o diálogo amigo nos faz ver o erro, nada melhor que reconhecer. A humildade é a verdade... e a humildade não faz mal!


Ignorância e preconceito


As pessoas muitas vezes não atuam de modo errado por má fé, e sim por ignorância. Com certeza fariam de modo distinto, se soubessem como fazer. Esta tarefa não tem fim, e questionar-se sobre o empenho pessoal de diminuir o nível de ignorância, nos faria no mínimo reconhecedores da dívida social que carregamos. Aprendemos tanto, e por este motivo somos capazes de questionar as deficiências. Não são os professores e pais os únicos interessados. Ninguém dá o que não tem, e por isto sempre temos algo que dar a outrem, e assim diminuir a ignorância.

Outro ponto é o preconceito... O preconceito gera um prejuízo (e também um prejuízo). Uma idéia pré-concebida cria uma barreira para compreender a realidade. Uma pessoa que não queira ouvir, ver ou escutar, tem muitas vezes o preconceito de não aceitar que os outros possam pensar de modo diferente.


Considerações finais


A incapacidade pessoal provada, leva a ressaltar os possíveis limites alheios em vez de reconhecer os próprios.

No convívio social, a tolerância com os demais, clama por uma interação. Ou se ajuda, ou se atrapalha. A indiferença explica mas não resolve.

Mas a quem ajudar? E como ajudar? Castiga o bom e ele melhorará, castiga o ruim e ele piorará. Ou É melhor ensinar a pescar que dar o peixe. Como resolver situações pontuais, sem levar em conta o princípio da subsidiariedade? Se ajuda quem precisa, até que ela tenha condições de independência para aquele tipo de ajuda. Assim se respeita a autonomia, se exerce a autoridade, se compreende o verdadeiro valor da humildade.

As crianças mimadas representam um problema para a sociedade. As pessoas precisam de afetividade, mas mimar é dar mais do que elas realmente precisam. Com certeza, a tolerância e sua medida requerem um salutar e apaixonante exercício de análise e síntese. Esta é a postura de quem quer simplificar as coisas para ter o tempo livre, ou o ócio tão necessário em nossos dias.

Tolerância zero, é um tipo de lei social, que não permite o erro sem punição. Isto é levar em conta, que as pessoas são boas... Castiga o bom e ele irá melhorar... Mas o homem não é bom por natureza. Ele pode se fazer bom, se tem disposição de ser, pois o homem é um ser axiotrópico.

Não ter tolerância com qualquer tipo de erro, de certa forma ajuda a resgatar o que é próprio da personalidade humana: participação, unicidade, autonomia, protagonismo, liberdade, responsabilidade, consciência, silêncio, provisoriedade e religião. Höffner (1983). Cada uma das características do ser humano poderiam ser exploradas neste estudo, mas o protagonismo talvez seja o que mais atenção mereça. Somos sujeitos do nosso pensar, agir e omitir. Nossos atos assumem um caráter irrevogável do nosso eu. Podemos arrepender-nos, mas não nos desfazer nossos atos(10). E numa sociedade onde tudo é socialmente aceito, tudo acaba sendo tolerado. As pessoas perdem a noção do que é certo ou errado. A inteligência deixa de discernir, e a vontade fica fraca para agir. As pessoas prezam o que lhes é caro, e o dinheiro é caro a todos. Assim multar é uma forma de obrigar as pessoas a refletirem sobre si mesmas e a sociedade. Isto não é um direito, é uma tolerância(11).

Quem não vive como pensa, acaba pensando como vive. Aprender a observar a realidade do ser pessoal e do ser social é a melhor forma de compreender o limite que existe nas coisas e nas pessoas. Caso contrário, gastar-se-ia tempo moendo água, encontrando defeitos onde existem apenas características. Com certeza assim, seremos mais tolerantes com os outros e conosco próprios.

Para finalizar, vale a pena recordar os ensinamentos de Sócrates, recolhidos por Reale & Antiseri (1990) "A felicidade não pode vir das coisas exteriores, do corpo, mas somente da alma, porque esta e só esta é a sua essência. E a alma é feliz quando é ordenada, ou seja, virtuosa. Diz Sócrates: Para mim quem é virtuoso, seja homem ou mulher, é feliz, ao passo que o injusto e malvado é infeliz. Assim como a doença e a dor física são desordens do corpo, a saúde da alma é a ordem da alma - e esta ordem espiritual ou harmônica interior é a felicidade"(p. 92).

Rogério Lacaz-Ruiz
Prof. Dr FZEA/USP

Anne Pierre de Oliveira
Acadêmica da FMVZ/USP

Viviane Scholtz
Acadêmica da FMVZ/USP

Nelson Haruo Anzai
Pós-Graduando da FMVZ/USP


Fonte: O Bosque de Berkara - http://www.facebook.com/pages/O-Bosque-de-Berkana/206807786067043

Sistema e Crenças



"...Escuto muitas vezes as pessoas dizerem que não sabem as crenças que tem. Ora, é fácil descobrir isso. Um pequeno questionário resolve isso.

Tem dívidas? Guarda dinheiro? Gosta de ganhar dinheiro?
Sem culpa? Gasta sem necessidade? Progride no trabalho?
Está bem de saúde? Que doenças tem?
Em que partido você votou? Em que candidato? Qual seu time de futebol? Quem música você escuta? O que lê? Qual sua religião? Não tem religião? E a espiritualidade?
É ateu? Acredita em que? E o sexo? Relaciona-se com quem?..."

Tudo que nós pensamos e sentimos, consciente ou inconsciente, nós criamos na nossa realidade pessoal. Mais cedo ou mais tarde. Inevitável. Tudo que emanamos volta para nós. Tudo que semeamos, colhemos.

Este é um fato de como funciona o universo. Quanto mais cedo isso for entendido melhor para a pessoa. Tudo na vida está dependendo deste entendimento. Dinheiro, prosperidade, saúde, relacionamentos, etc..

Quando algo não vai bem é preciso analisar detidamente qual é o sistema de crenças, paradigma, da pessoa. Pela vida da pessoa dá para saber qual é o sistema de crenças dela. Embora a própria pessoa diga que não sabe quais as crenças que tem, que estão gerando aquela situação.

Enquanto se mantiver uma crença errada, que não funciona, o resultado será o mesmo. O sistema de crenças domina completamente a vida da pessoa. É a coisa mais poderosa que existe, para o bem ou para o mal. Para a prosperidade ou para a miséria. Para a saúde perfeita ou para a doença terminal. Tudo depende dele.

Somos um campo eletromagnético que emana e atrai exatamente o que tem em si mesmo. A vantagem é que esse campo é totalmente maleável. Podemos trocar seu conteúdo a qualquer momento, para o positivo ou para o negativo. Basta trocar a freqüência (Hertz) dele. Isso é feito pelos pensamentos e sentimentos. Pelo sistema de crenças. Todos os problemas podem ser criados ou resolvidos, mudando-se a freqüência.

Quando entra a freqüência da Ressonância Harmônica existe a possibilidade de trocar toda essa emanação e resolver todos os problemas. Se o ego deixar. Isto é, se a pessoa deixar. Se ela deixar trocar o sistema de crenças. Essa é a dificuldade. É por isso que atrasa o progresso da pessoa.

O que está no sistema de crenças ou qual é o sistema de crenças da pessoa?
É tudo que ela acredita. Isso foi colocado por tudo que viu, ouviu e viveu. O subconsciente tira as conclusões do que a pessoa vivencia e grava como uma crença. Um condicionamento. Se a pessoa não analisa e deixa esse condicionamento ele passará a dominar a vida da pessoa. Até que seja revisto e trocado.

Aquelas coisas que sempre se ouve quando criança, tais como:
Dinheiro é sujo, vai lavar as mãos
Dinheiro é pecado
O rico não vai para o Céu
Pobre nasce pobre e morre pobre
Tem de trabalhar como um burro
Nunca teremos nada
E assim por diante. Infinitas possibilidades de gravação de crenças negativas ou limitadoras. Depois que isso está gravado é um programa que dirigirá a vida da pessoa em todas as situações e áreas.

Sempre que a pessoa progredir e atingir algum desses limites do sistema de crenças, ele será ativado, problemas surgirão e a pessoa perderá o que conquistou; voltando ao nível antigo. Toda vez que está progredindo a pessoa arruma um jeito de estragar tudo.

Escuto muitas vezes as pessoas dizerem que não sabem as crenças que tem. Ora, é fácil descobrir isso. Um pequeno questionário resolve isso.
Em que partido você votou?
Em que candidato?
Qual seu time de futebol?
Quem música você escuta?
O que lê?
Qual sua religião?
Não tem religião?
E a espiritualidade?
É ateu?
Acredita em que?
E o sexo?
Relaciona-se com quem?
Tem dívidas?
Guarda dinheiro?
Gosta de ganhar dinheiro?
Sem culpa?
Gasta sem necessidade?
Progride no trabalho?
Está bem de saúde?
Que doenças tem?
Explora os demais?
Manipula os demais?
Leva vantagem em tudo?

É lógico que a pessoa pode falar uma coisa e fazer outra. É por isso que os fatos da vida da pessoa dizem tudo. Pelo que acontece com a pessoa sabe-se como é seu sistema de crenças.

Agora, existe uma questão fundamental. O Universo é pura consciência. Sendo assim Ele só funciona numa direção. O que se chama: progresso, evolução, bem estar, alegria, felicidade, prazer, crescimento, amor, realização, fraternidade, fazer o bem, amor incondicional, ajudar os irmãos, beleza, etc.. Tudo que é positivo.

O contrário disto não funciona. Qualquer atitude contrária gera problemas, somatizações, etc.. Gera resultados negativos. Isso é um fato. Quanto antes se aprende isso melhor. Normalmente é por tentativa e erro. Só que isso sai muito caro.

Portanto, quando a pessoa fala que está fazendo tudo certo e que não tem resultados, é claro que não está fazendo tudo certo. É óbvio. Em algum ponto existe um problema sério que precisa ser resolvido. Isto é, a pessoa precisa entrar em fase com o Universo. Ela precisa estar pensando/sentindo/agindo de acordo com o Universo. Isso é indispensável. Sem isso não existe solução para nada.

Para facilitar tudo isso a dois mil anos foi dito o seguinte: “Buscai primeiro o Reino dos Céus e tudo o mais vos será acrescentado”. Essa é uma diretriz perfeita. Pura mecânica quântica. O que a pessoa busca (emana) volta para ela. O foco está totalmente no positivo.

Quando se pensa assim não se pensa em dívida, em ganhar dinheiro, em arrumar namorado, em curar doença, etc.. Não se pensa em nada disto. Tudo isso é o acréscimo. Não se tem que pensar nisso. A fórmula é a mais fácil que existe. Perfeita. Basta uma única coisa e o resto vem por si só. Existe uma freqüência para essa atitude. Uma freqüência de: “Buscai primeiro o Reino dos Céus e tudo o mais vos será acrescentado”. Essa freqüência nunca foi pedida até hoje.

Os pedidos são de: casa/carro/apartamento/concurso/fazenda/namorado/precatório/gerente aprovar cheque especial/etc.. Pede-se o acréscimo que viria automaticamente. E quando se pede isso normalmente é porque o foco está no negativo: dívidas, doenças, necessidades, desespero, culpa, etc.. E com isso atrasa-se demais o trabalho da Ressonância Harmônica.

Evidentemente que é preciso definir algumas coisas para saber o que fazer.

O que é o Reino dos Céus?

Sem saber o que é isso não há como buscá-lo.
Essa deve ser uma grande dificuldade. O Reino dos Céus é um estado de espírito, um estado de consciência, uma freqüência, um nível de consciência, um estado de paz, harmonia, amor, prazer, crescimento, realização, contentamento, abundância, saúde, evolução contínua, onde se ajuda os irmãos, onde há fusão com o Todo, onde não há limites de forma alguma, êxtase contínuo, estudo sem limites, trabalho sem limites, etc..

Sem preconceitos, sem discriminação, sem ego, sem tabus. Pura doação o tempo todo. É um sentimento oceânico. Difícil de definir em palavras. Tem de sentir. É por isso que dizem que o Tão não pode ser descrito.

Se a pessoa não sentir isso é porque ainda não está buscando em primeiro lugar.

Tudo isso pode ser resumido numa atitude: ajudar os irmãos a chegarem a entender isso. Para isso é preciso ajudá-los em tudo. O que também significa não aceitar o mal e não compactuar com ele. Lutar contra a injustiça, contra a exploração, contra a manipulação, agir para que a paz reine na terra e que ninguém passe fome, seja escravizado, abandonado, prostituído, sacrificado, etc..

Sugiro que assistam três filmes: A trilogia “Millennium”, a trilogia “O Senhor dos Anéis” e “A Viagem”, que está passando nos cinemas.

Depois que assistir sinta o que sente. Qual foi a reação que provocou em você o que viu e ouviu? O que você fará a respeito disto? Entendeu qual a mensagem dos filmes?

Esses três filmes darão uma perfeita idéia do seu sistema de crenças. Onde ele está funcionando ou não. Corrigindo o que acredita que é real, mas que não é, tudo funcionará na sua vida.

Portanto, a fórmula é muito simples e poderosa. Basta colocar como prioridade da vida a busca. Isto é, trabalhar pelo Reino dos Céus.

Se você acha ou sente que o que estou falando soa como religião, então não entendeu nada do que eu disse.

Tudo isso é pura física, pura mecânica quântica, espiritualidade e física são uma coisa só. Por isso é tão difícil resolver os problemas. Por isso é tão difícil mudar o sistema de crenças e assim os problemas se perpetuam.

Essa é a primeira crença a trocar: que o mundo material é uma coisa e que o mundo espiritual é outra. Não existem dois mundos. Só existe um mundo. Um Todo.

Repito: existe uma freqüência para o “Buscai...”. É só deixar essa freqüência/informação entrar e permear o seu ser. Tudo o mais será resolvido.


ProfHélioCouto

Grato Kristina Kina


Fonte: Consciência Cósmica - http://www.facebook.com/conscienciacosmicaluz

Caso Sandy Hook matou 26 crianças, a verdade?

Este video mostra de uma forma curiosa e com detalhe a mentira que foi criada em volta de este acontecimento que matou 26 inocentes, qual o motivo que terá levado a que estes tivessem de morrer? Porque este caso está tão mal explicado e porque a televisão mente hein?? Curioso né? Vejam e pensam por vocês!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Brian L. Weiss - Pensamentos




"Fico constantemente espantado com a falta de visão da maioria das pessoas. Conheço muita gente diariamente obcecada pela educação dos filhos: qual o melhor infantário, escolas provadas versus escolas públicas, quais os mais eficientes cursos de preparação para ingresso no ensino superior, como maximizar as notas e actividades extracurriculares de forma a dar aos filhos uma margem para poderem entrar naquela faculdade, naquela universidade, ad infinitum. Depois o mesmo ciclo se recomeça com os netos.
      Mas estas pessoas pensam que o mundo está parado no tempo, que o futuro será uma réplica do rpesente.
Se continuarmos a cortar as nossas florestas e a destruir as fontes de oxigénio, o que é que estas crianças irão respirar dentro de vinte ou trinta anos? Se envenenarmos o nosso sistema de água e os ciclos de alimentos, o que é que irão comer? Se cegamente continuamos a produzir clorofluocarbonetos e outros resíduos orgânicos e a abrir buracos na camada de ozono, poderão eles viver ao ar livre? Se sobreaquecermos este planeta através do efeito de estufa, com a subsequente subida do nível dos oceanos e inundação das nossas costas, se exercemos demasiada pressão nas linhas tectónicas oceânicas e continentais, onde é que eles irão viver? E os filhos e netos da China, África, Austrália e todos os outros sítios estão igualmente vulneráveis pois são inexoravelmente residentes deste planeta. E já agora , considere o seguinte. Se e quando reencarnar você for uma dessas crianças?
Assim, como é que podemos preocupar-nos tanto com testes de admissão e faculdades quando talvez não exista um mundo para os nossos descendentes?
      Por que está toda a gente tão obcecada em viver mais tempo? Por que espremer mais alguns infelizes anos a um final já de si penoso? Para quê a preocupação com os níveis de colesterol, dietas de farelo, contagens de lípidos, exercícios aeróbicos, e assim sucessivamente?
      Não faz mais sentido viver com alegria o agora, tornar pleno cada dia, amar sem ser amado, do que preocupar-mos tanto acerca da nossa saúde física num futuro que desconhecê-mos? E se não houver futuro? E se a morte é a libertação para a felicidade?
Não tome isto como um convite para negligenciar o seu corpo, nem uma desculpa para fumar e beber em excesso ou usar drogas ou ser imensamente obeso. Estas condições causam infelicidade, desgosto e incapacidade. Apenas o convido a não se preocupar tanto com o futuro. Encontre a sua felicidade hoje.
A ironia é que, assumindo esta atitude desprendida e vivendo alegremente o presente, provavelmente irá viver mais anos.
      Os nossos corpos e almas são como os carros e os seus condutores. Lembre-se sempre que é o condutor, não o carro. Não se identifique com o veículo. A ênfase dada actualmente so prolongar da duração das nossas vidas, em viver até aos cem anos ou mais, é uma loucura. É como ficar com o seu velho ford depois deste ter passado os 500.000 ou 700.000 quilómetros. A estrutura metálica do carro está a enferrujar, a transmissão foi reparada cinco vezes. coisas caiem do motos e, no entanto recusamo-nos a trocá-lo. E ali, ao virar da esquia, está outro automóvel, novinho em folha, á sua espera. A única coisa que tem que fazer é sair devagarinho do velho ford e deslizar para dentro do novo automóvel. O condutor, a alma, nunca muda. Apenas o carro.
      E , a propósito, até pode ser que, ao longo do caminho, se venha a encontrar dentro de um Ferrari."


Brian L. Weiss

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Kundalini


Kundalini, ou o "poder ígneo", é a grande força magnética, o princípio universal de vida que existe latente em toda matéria. Também chamada "fogo serpentino", é a vida que flui através dos centros vitais ou chakras.
Princípio ativo que tanto pode criar como destruir, seu despertar para uma atividade voluntária visa coordenar as diversas manifestações vitais num todo harmonioso.

O que é a Kundalini? A palavra sânscrita tem sido traduzida de várias maneiras, em geral por aqueles que não têm uma concepção real, seja ela qual for, da função que é a sua marca. Supõe-se que a raiz da palavra seja o verbo kund, que significa "queimar". Este é o significado essencial, pois a kundalini é Fogo em seu sentido de abrasamento. Contudo, temos uma explicação adicional para a palavra no substantivo kunda, que significa orifício ou cavidade. Isso nos dá uma idéia do recipiente onde o Fogo arde. Mas há muito mais do que isso. Há também o substantivo kundala, que significa bobina espiral, anel. Temos aqui um noção do modo pelo qual o Fogo atua e se desenvolve. A palavra kundalini se originou de todos esses derivados, que atribuem uma feminilidade criativa ao Fogo, o Fogo Serpentino, como algumas vezes é chamado, o poder criativo feminino que está adormecido dentro de uma cavidade, dentro de um útero, despertando para o movimento rítmico da impetuosa subida e para a emissão de torrentes de Fogo. Ela é uma palavra que significa o aspecto feminino da força criativa da evolução, força esta que jaz adormecida, em sua potencialidade específica e muito particular, como que em posição fetal em um útero, na base da espinha dorsal humana.

O começo do despertar: Espera-se que o resultado seja um sutil despertar de uma consciência mais ampla, uma vaga sombra do espírito da consciência Cósmica. Desse modo, uma fragrância do que pode ser chamado de ozônio espiritual, se elevará no ar. Exultante, o discípulo estabelece contato do seu eu inferior com o seu Eu superior de maneira muito mais ampla do que já tenha feito antes dentro dos limites da sua atual encarnação. Ele alcança uma desobrigação, uma liberdade. Ele converte-se em um pássaro que finalmente começa a descobrir como usar as asas, batendo-as alvoroçadamente, embora ainda incapaz de levantar vôo. Neste afã de voar, ele começa a distinguir o real do irreal, o verdadeiro do falso, o útil do inútil, o belo do feio. Embora ele permaneça geralmente incapaz de fazer uso do discernimento assim despertado, ao menos conhece, experimenta e, mais cedo ou mais tarde, o conhecimento-experiência transforma-se numa atividade equilibrada. Quando isso começa a ocorrer, é chegada a hora de aparecerem os primeiros passos da kundalini, que finalmente, libertará para sempre no indivíduo o Fogo da vida e colocará sobre sua cabeça a Coroa de Flores do Reino eterno.

Os chakras servem de centros para a manifestação de várias emoções humanas, como o amor, o medo, a raiva e a alegria. Os chakras têm sido descritos como centros nervosos que governam os vários órgãos, ou como rodas giratórias, ou como vórtices que servem para ligar o corpo físico aos corpos etérico, astral, mental ou casual.

Os chakras também funcionam num contexto prático. Diz-se que o que experimentamos na vida depende, até certo ponto, do chakra com o qual estamos sintonizados, pois cada chakra é energizado por atributos emocionais, mentais, psíquicos e espirituais.

Os chakras podem ser encarados como centros de energia e, o que é muito mais, também podem representar acesso a outros mundos, a outras dimensões. O Tantrismo ( são nove chakras, sendo 2 não tão importantes ) descreve os chakras com flores de lótus e domínios habitados por Deuses e Deusas. Os quatro elementos – Terra, Água, Fogo e Ar – e os sons, os cheiros e as visões básicas estão associadas aos chakras, como os Cinco Sentidos.

Eis aqui, portanto, os chakras do modo como são descritos nos textos do Tantrismo.

1- O CHAKRA MULADHARA: O mais baixo na hierarquia dos sete chacras maiores e dos dois menores, localiza-se na base da espinha, na região perineal. Nesse chacra a força da serpente, a Devi Kundalini, jaz adormecida. A Devi tem o brilho do raio e sua cauda esta enrolada três vezes e meio em torno de uma língua ( símbolo de Shiva ) de ouro derretido. O chacra Muladhara, com quatro pétalas de lótus, é presidido pela Devi Dakini, de quatro braços e olhos vermelhos brilhantes, " portadora da revelação da inteligência sempre pura, e pelo Deva Brahma, senhor do mundo físico. Esse chacra pode ser chamado de chacra da experiência física. Está associado à terra e ao sentido do olfato. OBS.: DEVI = Deusa / DEVA= Deus

2 – O CHAKRA SVADHISTHANA: Possuindo seis pétalas rubras de lótus, localiza-se debaixo do umbigo e na área acima dos órgãos genitais. É presidido pela Devi Rakini azul, colorida de lótus e de aspecto furioso, que carrega armas no braços erguidos, e pelo luminoso Deva Vishunu azul, que também tem quatro braços e é a energia do universo vital que tudo impregna. Como o chakra Muladhara, este se acha intimamente aliado a terra. Associa-se à água e ao sentido do paladar.

3 – O CHAKRA MANIPURA: Tem dez pétalas de lótus da cor das nuvens de chuva pesada e localiza-se no plexo solar. É presidido pela Devi Lakini, de três faces, quatro braços e portadora do fogo, e por seu consorte o Deva Rudra, de cor vermelha, que possui também quatro braços, carrega o fogo e representa o mundo da mente. Embora Lakini coma carne e tenha atributos mais densos que os de uma vegetariana, este chakra é menos orientado para a terra do que os chakras Muladhara e Svadhisthana, e pode ser considerado mais como centro emocional. O chakra Manipura associa-se com o fogo e com o sentido da visão.

4 – O CHAKRA ANAHATA: Este chakra, com doze pétalas vermelhas de lótus, localiza-se na região do coração. É presidido pela Devi Dakini, que possui três olhos, é feliz e benfazeja a todo mundo. O presidente Deva Isha é também senhor dos três primeiros chakras; compassivo, representa a revelação dos mistérios do tempo e do espaço. O chakra Anahata pode ser considerado um centro de consciência, e que é aqui que se pode ouvir o som que vem sem o embate de duas coisas uma na outra.

A. O CHAKRA ANANDA – KANDA : Um dos dois chakras menores. Pequeno, localiza-se logo abaixo do chakra do coração (Anahata) e, muitas vezes, nem é citado. Apesar disso, existe e tem oito pétalas de lótus rosa – carmesim. Diz-se que esse chakra concede, às vezes, a satisfação de desejos antes mesmo que os formule a mente.

5 – O CHAKRA VISSUDHA: Com dezesseis pétalas roxas e enfumaçadas de lótus, localiza-se na região da garganta. É presidido pela Devi Shakini e pelo Deva Sada-Shiva, cada um dos quais possui cinco rostos, três olhos e múltiplos braços. Enquanto Shakini se mostra vestida de um branco brilhante, e tem a forma da própria luz, Sada-Shiva é um andrógino, de corpo metade branco, representando Shiva, e metade ouro, representando Skakti. O chakra Vissudha, está ligado à purificação da inteligência e associa-se ao éter e ao sentido da audição.

B. O CHAKRA LALANA : Este é outro chakra menor. Tem doze pétalas vermelhas de lótus e localiza-se acima do chakra da garganta ( Vissudha ), na raiz do céu da boca. Associa-se à fé, ao contentamento, à sensação de erro, ao domínio de si próprio, à raiva, à afeição, à pureza, ao alheamento, à agitação e ao apetite.

6 – O CHAKRA AJNA: Este chacra tem duas pétalas brancas de lótus e localiza-se entre as sobrancelhas. Trata-se de um chakra muito pequeno e suas duas pétalas mal preenchem o espaço entre as sobrancelhas. É às vezes, encarado como o terceiro olho místico – o olho interior ou mental. O chakra Ajna é presidido pela Devi Hakini e seu consorte, o Deva Paramashiva, ambos os quais ingressaram num estado de alegria produzido por tragos de ambrosia. Essas divindades possuem seis rostos, três olhos, braços múltiplos e brilham como o relâmpago. O chakra Ajna associa-se à mente e às faculdades mentais.

7 – O CHAKRA SAHASRARA: A este dá-se o nome de Lótus das mil pétalas; em suas pétalas, todas as cores se combinam, e ele abrange todos os sons. Localiza-se na coroa da cabeça. Poder-se-ia dizer que é presidido por Brahma, pois aqui se encontram a Kundalini – Shakti, de modo que ele volta a unir-se a Brahma. O brilho das mil pétalas do lótus é a expressão da iluminação. O chakra Sahasrara, portanto, sinônimo de samadhi, é onde ocorre a explosão na consciência cósmica.



Como já vimos, Kundalini ou o Fogo Serpentino é uma das forças emanantes do Sol, inteiramente independente e distinta de Fohat e de prâna, e que, no estado atual dos nossos conhecimentos, acreditamos incapaz de ser convertido em qualquer dessas duas energias.

Kundalini recebeu nomes diversos: o Fogo Serpentino, o Poder ígneo, a Mãe do Mundo.

Aparece ao clarividente, literalmente, como uma torrente de fogo líquido, percorrendo o corpo. Seu trajeto normal é uma espiral, semelhante às curvas de uma serpente; "Mãe do Mundo" é nome bastante apropriado, porque é por ela que podem ser vivificados nossos diversos veículos.

Pode-se ver um antigo símbolo da coluna vertebral e de Kundalini, no tirso, bastão com uma ponta cuniforme na extremidade. Na índia encontramos o mesmo símbolo: o bastão é aí substituído por um bambu, com sete nós, que naturalmente representam os sete chakras ou centros de força.

Em certos mistérios, em lugar do tirso se empregava um tubo de ferro que se supunha conter fogo.

A insígnia dos barbeiros, símbolo certamente muito antigo, com suas faixas em espiral e a protuberância terminal, tem a mesma significação, segundo dizem, pois o barbeiro moderno é o sucessor dos antigos cirurgiões, que praticavam também a alquimia, ciência ou trora mais espiritual do que material.

Kundalini existe em todos os planos que conhecemos e parece apresentar igualmente sete camadas ou graus de potência.

O corpo astral era, na origem, uma espécie de massa quase inerte, sem a mais vaga consciência, sem nenhuma capacidade definida de ação e sem conhecimento preciso do mundo ambiente. Sobreveio depois o despertar de Kundalini no plano astral, no chakra correspondente as da base da espinha dorsal. Esta força se encaminhou então para o segundo centro, o umbigo e o vitalizou, acordando, assim, no corpo astral, a faculdade de sentir, de ser impressionado por todas as espécies de influências, porém sem lhe dar ainda a compreensão precisa.

Kundalini passa daí ao terceiro centro (esplênico), ao quarto (cardíaco), ao quinto (garganta), ao sexto (entre os supercílios) e ao sétimo (no alto da cabeça), despertando em cada um as diferentes faculdades descritas nos capítulos precedentes.

O mecanismo que nos dá a consciência do que se passa no astral é interessante e merece ser bem compreendido pelos estudantes. No corpo físico, possuímos órgãos especiais, localizados, cada um, em região fixa e particular: órgãos da vista, do ouvido, etc. Mas no corpo astral reina uma disposição completamente diferente, pois não há necessidade de órgãos especializados para conseguir os resultados desejados.

A matéria do corpo astral está em constante movimento; as partículas deslizam e turbilhonam como as da água fervendo, e passam todas, sucessivamente, pelos centros de força. Por conseguinte, cada um! destes centros confere, às partículas do corpo astral, a faculdade de responder a determinada categoria .de vibrações, correspondentes ao que no mundo físico chamamos vibrações da luz, do som, do calor, etc.

Quando, pois, os centros astrais são vivificados e se põem a funcionar, conferem as diversas faculdades à matéria toda do corpo astral, de tal forma que este se torna capaz de exercer seus atributos em qualquer região. É por isto que o homem, aluando em seu corpo astral, pode ver tanto os objetos colocados à sua frente, como atrás, em cima e embaixo, sem precisar voltar a cabeça. Não se pode, pois, definir os chakras ou centros como órgãos sensórios, no -sentido vulgar do termo, embora proporcionem ao corpo astral faculdades sensoriais.

Entretanto, mesmo quando estes centros astrais estão plenamente despertos, não resulta, de maneira alguma, que o homem possa transmitir ao corpo físico a menor consciência da ação dos mesmos.

Na realidade, em sua consciência física ele pode muito bem ignorar por completo essa ação.

O único modo de transmitir ao cérebro físico a consciência das experiências astrais se dá pelo prévio despertar e ativamento dos centros etéricos correspondentes.

O método dê despertá-los é exatamente o mesmo adotado no corpo astral, isto é, pelo despertar de Kundalini, que dorme na matéria etérica, no chacra situado próximo da base da espinha dorsal.

O despertar de Kundalini resulta do ativamento do centro na base da espinha, mediante um esforço prolongado e persistente da vontade. Desperto Kundalini, sua força tremenda vivifica sucessivamente os demais centros.

O efeito produzido sobre estes centros é o de conferir à consciência física as faculdades despertas pelo desenvolvimento dos centros astrais correspondentes.

Mas, para obter estes resultados, é necessário que o fogo serpentino passe de chacra em chakra, em certa ordem e maneira variáveis segundo os tipos humanos.

Os ocultistas, que conhecem os fatos por experiência própria, são extremamente cuidadosos em não dar a indicação quanto à ordem em que o fogo serpentino deve passar através dos chakras.

A razão disto é que há muitos e sérios perigos, cuja gravidade não deve ser ocultada, para aqueles que despertam Kundalini, acidental ou prematuramente. Fazem-se as mais/solenes advertências a quem cogite em fazer qualquer tentativa deste gênero, antes do momento azado ou sem a direção de um Mestre ou um ocultista experimentado.

Antes do despertar de Kundalini, é absolutamente essencial que o homem tenha atingido certo grau de pureza moral e também sua vontade seja suficientemente forte para dominar esta força. Alguns dos perigos relacionados com o fogo serpentino são puramente físicos. Seu movimento descontrolado produz freqüentemente intensas dores físicas e pode até facilmente romper tecidos e destruir a vida física. Pode igualmente prejudicar os veículos superiores ao físico.

Um dos efeitos muito freqüentes de seu despertar prematuro, é dirigir-se ele para as regiões inferiores, em lugar de se elevar para as partes superiores do corpo; excita, desta forma, paixões menos desejáveis, estimula-as e intensifica-as a tal ponto que o homem não lhes pode resistir. Nas garras dessa força, ele é tão impotente, quanto o nadador nas mandíbulas de um tubarão.

Esses homens se tornam sátiros, monstros de depravação, porque estão a mercê de uma força de todo desproporcional à capacidade da resistência humana. É provável que alcancem certos poderes supranormais, mas estes só servirão para pô-los em contato com seres subumanos, com os quais não deve a humanidade manter intercâmbio. E para safar-se desta sujeição, poderá ser necessário mais de uma encarnação.

Há uma escola de magia negra que, com este propósito, se utiliza de Kundalini, porém os adeptos da Boa Lei, ou Magia Branca, jamais fazem uso dos centros de força inferiores empregados por esta escola.

Além disto, o desenvolvimento prematuro de Kundalini intensifica tudo na natureza humana e afeta mais prontamente as qualidades más do que as boas. No corpo mental, por exemplo, desperta facilmente a ambição e esta logo cresce excessivamente; e o grande aumento da inteligência é acompanhado de orgulho anormal e satânico.

Kundalini não é uma força comum, mas algo de irresistível. O ignorante que, por infelicidade, a despertar, deve imediatamente consultar uma pessoa competente. Segundo os dizeres do Hathayogapradipika, "Ela conduz os iogues à libertação e os tolos à escravidão".

Algumas vezes o fogo serpentino se desperta espontaneamente; sente-se então um calor morno, e em casos raros, pode começar a movimentar-se por si.

Neste último caso, apareceriam provavelmente dores intensas, pois os canais não estão preparados para a passagem do fogo serpentino, e este tem que abrir caminho queimando grande massa de detritos etéricos, processo este necessariamente doloroso.

Em tais casos, a força fluirá usualmente de baixo para cima, pelo interior da coluna vertebral, em lugar de seguir o curso em espiral, que o ocultista aprende a fazê-lo seguir. É preciso, se possível, deter, por um esforço de vontade, esta marcha ascendente; porém se não se conseguir isto, o que é provável, a corrente sairá sem dúvida pela cabeça e se perderá na atmosfera, sem qualquer outro dano senão um enfraquecimento. Talvez possa também causar perda momentânea da consciência. Entretanto, os perigos realmente graves provêm, não do fluxo ascendente, mas do descendente.

Como já expusemos brevemente, a principal função de Kundalini no desenvolvimento oculto é percorrer e vivificar os chakras etéricos, afim de comunicar à consciência física experiências astrais. Assim "A Voz do Silêncio" de H. P. Blavatsky, disponível na Biblioteca Luz, ensina que semelhante vitalização do centro colocado entre os supercílios permite ouvir a voz do Mestre, isto é, do EGO ou EU superior. A razão disto é que o corpo pituitário (ou hipófise), em plena atividade, constitui uma ligação perfeita entre as consciências astral e física.

Em cada encarnação é preciso renovar o domínio de Kundalini, pois em cada vida os veículos são novos, porém quem já o conseguiu -completamente uma vez, a repetição lhe será mais fácil.

A formação do elo entre a consciência física e a do EGO tem também suas correspondências nos níveis superiores. No EGO corresponde à sua ligação com a consciência da Mônada, e na Mônada, com a consciência do Logos.

A idade não parece afetar o desenvolvimento dos chakras por meio de Kundalini, mas a saúde é uma necessidade, pois só um corpo vigoroso pode suportar a tensão.





Fonte: Consciência Cósmica