quinta-feira, 11 de julho de 2013
A ATLÂNTIDA - Energia Vril - O Quinto Elemento!?!?
Publicado por Andrea Cortiano em 22 outubro 2009 às 16:20 em VIMANAS - AS NAVES DE SHAMBHALA.
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Textos extraídos do livro “Akhenaton”
“A Atlântida não era apenas uma ilha, mas sim um território de dimensões continentais como nos relatou o filósofo Platão nos diálogos de Timeu e Crítias. Ela cobria quase a totalidade do Oceano Atlântico, estendendo-se desde a costa da atual Flórida até as ilhas Canárias, Açores e Madeira.
Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais. Na Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio.
O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior.
Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de “vril”. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida.
O “vril” era uma energia dinâmica capaz de se apresentar sob vários aspectos. Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da “inversão do eixo gravitacional” de elementos materiais.
A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.
Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o “vril”, construíram as pirâmides de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o “vril” poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes.
Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.
O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antigüidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da “Grande Ilha”.
Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo. Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores.
Os egípcios são um grande exemplo! Até a quinta dinastia eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram “grandes” para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses.
Notamos aí o perfil dos capelinos (denominação atribuída aos espíritos exilados para a Terra, oriundos do Sistema de Capela, na Constelação do Cocheiro. Fato ocorrido após a submersão da Atlântida no período que corresponde ao início do atual ciclo evolutivo e que se encerará com o advento da Nova Era, já nas primeiras décadas do terceiro milênio), que promoveram a crença pagã entre os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos.
Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura.
A Atlântida era um continente repleto desses “catalisadores energéticos” que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a “Grande Pirâmide” que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Keops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como “Triângulo das Bermudas”, gerando uma espécie de energia magneto-espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação.
Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação de cristais de quartzo manipulados pela energia “vril”. O avanço na área da informática foi tal que eles construíram centrais de informações semelhantes aos registros akhásicos do plano espiritual, onde está armazenado em som e imagem todo o pulsar da vida no Cosmo.
O povo atlante possuía os registros de todos os acontecimentos de sua civilização e utilizavam-se dessas informações para evitar o trabalho inútil, pois consideravam imperdoável desperdício de energia “criar o já criado”. Portanto, dispunham de um sistema integrado de informações que gerava benefícios a todas as cidades do continente.
Outro ponto que fascinava os cientistas atlantes era a total automação dos processos produtivos, mas não com a finalidade de promovera exclusão social, gerando desemprego, como nos tempos atuais. A meta a atingir era a libertação das atividades rotineiras para que o homem pudesse se dedicar ao processo de criação e ao progresso espiritual.
A energia “vril” permitia também a criação de veículos não poluentes. Através da inversão do eixo gravitacional, os automóveis locomoviam-se sem rodas, flutuando a dez centímetros do chão. A movimentação em todas as direções e a diferença de velocidade eram comandadas por mudanças na inclinação desse eixo.
Talvez aos olhos das pessoas de mente estreita essas informações não passem de mera ficção, mas não podemos omitir a verdade ante a Nova Era que está por vir. Os encarnados na face do planeta precisam esclarecer-se, a fim de adaptarem-se às transformações que o futuro exigirá.
Na Atlântida as questões espirituais estavam intimamente associadas à ciência e às demais áreas do conhecimento humano. Era impossível falar de qualquer assunto sem envolver a causa primária da vida, que é a realidade espiritual.”
by carmenarabela
http://carmenarabela.wordpress.com/2009/04/11/a-atlantida/
Energia Vril - O Quinto Elemento?!?!
O Novo livro de Roger Bottini - Atlântida: No Reino da Luz - aborda um tema intrigante - A energia Vril, que é quase desconhecida no mundo atual.
Nos tempos áureos da Atlântida, existiam os Sacerdotes do Vril, que manipulavam essas energias com maestria, o que permitia, em parte, proporciar o avanço tecnológico dessa civilização em relação a sociedade atual.
Segue um texto que explica melhor esse quinto elemento:
"O quinto elemento é a energia pura emanada do centro criador, presente em todos os compostos.
Os sábios o consideram a causa ou origem dos outros quatro elementos.
É o poder espiritual presente em todos os mistos.
É a chamada Quinta Essência dos antigos e verdadeiros alquimistas.
O termo "Quinta Essência" provavelmente foi primeiramente elaborado pelo filósofo Aristóteles, que considerava que o universo era composto de quatro elementos principais, a saber:
* terra
* água
* ar
* fogo.
Segundo a sua tese, além destes, deveria haver uma substância etérea que ineterpenetra em todos os compostos e impedindo os corpos celestes de caírem sobre a Terra.
Depois disso; muita discussão se transcorreu entre alquimistas ou não, sobre a existência, a natureza e a qualidade desse elemento primordial do qual tudo se origina e no qual tudo se mantém. Isaac Newton foi quem mais defendeu a existência dessa "quintessência" em suas teorias e discussões sobre os conceitos de matéria e energia.
Muitas vezes, Newton deixou transparecer a sua crença em uma força imaterial presente nos corpos materiais e nas formas de energia. Ele admitia que matéria e luz comunicavam-se por algo desconhecido pela ciência.
Em suas teorias sobre a propagação das vibrações dos corpos, chamava essa essência desconhecida pelo sugestivo nome de "espírito da matéria". De Aristóteles aos cientistas modernos, muito já se cogitou sobre a força oculta presente em todas as coisas.
Em 1998, três astrofísicos da Universidade de Pensilvânia mencionaram o termo "Quinta Essência" para designar um campo dinâmico quântico que é gravitacionalmente repulsivo.
Hoje; a ciência já está quase confirmando a realidade da existência de um quinto elemento através da Física Quântica.
Há uma resposta para todas as buscas e uma solução para todas as aflições humanas. Basta apenas utilizar-se dos meios adequados para tal. Essa solução mágica que pode curar o mal está necessariamente no mesmo local de onde o mal se originou... na fonte de tudo... no Quinto Elemento. Aí está a fonte dos milagres a que a ciência deve recorrer reconhecendo que tudo é um milagre, a começar pelo próprio conhecimento adquirido através da ciência.
Albert Einstein já dizia: Só existe duas formas de viver a vida. A primeira é pensando que o milagre não existe; a outra é pensando que tudo é milagre.
A busca maior da alquimia interior, consiste na manutenção deste Quinto Elemento, através de técnicas químico-espirituais que visam a obtenção dessa Energia Sagrada para finalidades diversas.
Em magia, essa mesma energia é denominada Akasha. Quem aprende a dominar e utilizar essa força torna-se um ser iluminado.
Geralmente tal insight só ocorre depois de muitos anos de estudo e meditação quando, trabalhando secretamente no laboratório da alma, o iniciado compreende a simplicidade do Ser Absoluto e a sua Onipresença e Onipotência. Percebendo que tudo deriva-se dessa coisa única, passa a trabalhar em harmonia com suas Leis e Princípios e em tudo o que vê, sente, toca, consome; sente a presença viva do Divino, do Quinto Elemento.
Quem assimila esse conhecimento torna-se capaz de realizar coisas que a ciência materialista dificilmente conseguirá em suas pesquisas simplórias, que leva em conta apenas o lado visível e paupável dos seus objetos de estudo, deixando de lado o estudo da Essência Espiritual presente em todas as coisas.
Aí está o segredo da Pedra Filosofal, do Elixir da Longa Vida apregoados pelos alquimistas como a chave para a transmutação. Eis um segredo revelado: quem adquire o conhecimento sobre os quatro elementos pode fazer manipulações na matéria, quem aprende, compreende e aplica o conhecimento com base na utilização dos cinco elementos, acrescentando o Divino aos quatro anteriores, pode transmutar as coisas."
Fonte:http://www.acasadoaprendiz.com.br/quintoelemento.html.
Maiores informações sobre o Quinto Elemento podem ser encontradas no novo livro de Roger Bottini: Atlântida: No Reino da Luz.
FONTE:http://seruniversalista.blogspot.com/2009/09/energia-vril-o-quinto-...
:: Sagrados Mistérios - As Plêiades - Atlântida
:: Sagrados Mistérios - As Plêiades - Atlântida
Os EGÍPCIOS construíram suas pirâmides como um espelho do céu.
O que havia no alto, precisava existir abaixo, por completo – porque assim diz a Lei.
O TEMPLO DE SALOMÃO foi construído como um espelho do céu.
O que havia no alto, precisava existir abaixo; tanto quanto o que havia por dentro, precisava existir por fora, por completo – porque assim diz a Lei.
A capital dos Estados Unidos da América – WASHINGTON – foi construída como um espelho do céu.
Porque assim diz a OITAVA, Lei Universal de equilíbrio entre Céu e Terra, entre interno e externo.
Mas não foram os únicos.
Tais conhecimentos são ainda mais antigos e mais profundos.
Quando os mestres PLEIADIANOS chegaram à Terra, com a missão de colaborar com a correta evolução da recém criada raça humana, optaram por construir, aqui, um mundo muito semelhante ao que deixaram acima.
As PLÊIADES – também conhecidas cientificamente como M45 – formam um aglomerado aberto na Constelação de Touro, mantendo limites com as constelações de Cetus, Aries, Triangulum, Perseus e Auriga.
As Irmãs possuem cerca de 500 estrelas neste aglomerado, onde apenas 9 recebem destaque astronômico.
Em tempos antigos, apenas 7 estrelas das PLÊIADES eram conhecidas, sendo uma delas seu grande sol central: ALCYONE.
ALCYONE é um sol gigantesco, repleto de anéis radioativos, emitindo, em tempo integral, uma luz fluorescente tão intensa que só pode ser medida utilizando a escala de “anos luz”.
O tempo completo do movimento de rotação e translação na órbita de ALCYONE é de 24.000 anos, divididos em duas gêmeas metades.
Todo o nosso sistema solar entra em contato com os anéis de ALCYONE.
E isso inclui, claro, o planeta Terra.
Levamos 10.000 anos para retornar a órbita de ALCYONE e 2.000 anos para sair dela.
Durante este período, o planeta Terra atravessa uma era de luz constante, mas que não causa danos, porque não emite calor.
Uma luz lilás que produz efeitos belíssimos, como se estivéssemos assistindo à uma infinita aurora boreal.
Muitos místicos denominam este período como a verdadeira Era da Luz, já que deixam de existir noites e escuridão.
Foi durante uma das passagens do nosso planeta através dos anéis de ALCYONE, que os mestres PLEIADIANOS, aqui estabelecidos, optaram pela criação gêmea das “Irmãs” também na Terra.
Em honra a ATLAS, nasceu ATLÂNTIDA.
Os gregos atribuíram seu nome – “Ἀτλαντίς”, que quer dizer “A Filha de ATLAS” – ao Deus ATLAS, filho de POSEIDON. Mas, na verdade, o nome que deu origem ao continente, hoje submerso e com localização exata desconhecida, era uma referência à uma das PLÊIADES. E juntamente com os ATLANTIS, também nasceram suas 7 sub-divisões, em honra às outras “Irmãs”.
Durante 2.000 anos, projetou-se ali toda a infraestrutura necessária para a formação de um grande centro de estudos e convivência.
ATLÂNTIDA tornou-se referência entre todos os povos.
Seus conhecimentos avançados fizeram com que vivêssemos, mesmo em períodos tão antigos, com mais recursos que os conhecidos em dias atuais.
Toda sua energia era gerada por cristais, radioativados pela energia de ALCYONE.
Desenvolvimento em larga escala e alto grau.
Mas nem sempre dispomos do centramento necessário para lidar com conhecimentos mais profundos.
Nossas necessidades egocêntricas de poder absoluto, são mais antigas que o próprio tempo.
O Homem decidiu que deveria usar o conhecimento em prol, única e exclusivamente, de seus objetivos.
Deste modo, ATLÂNTIDA conheceu sua primeira grande destruição.
Entre aproximadamente dois ciclos completos da órbita de ALCYONE, muito foi repensado.
E mais 10.000 anos de escuridão se passaram, até que nova temporada entre os anéis de ALCYONE serviram de base para a reconstrução de ATLÂNTIDA.
E mais uma vez, o Homem esqueceu seu passado e repetiu cada ato, sem qualquer receio.
Mais uma vez, a desenfreada ambição humana causou sofrimento e dor, destruindo ATLÂNTIDA, como antes.
Outros 10.000 anos passaram por nós.
Outros 2.000 anos entre os anéis de ALCYONE também passaram por nós.
Outros 10.000 anos chegaram. Outros 2.000 anos e mais outros 10.000.
Sem uma concordância exata sobre quanto tempo levou entre a segunda destruição de ATLÂNTIDA e sua terceira reconstrução, fica apenas a certeza de que lição não aprendida é lição perdida, erro repetido.
Mas, desta vez, antes que a destruição de ATLÂNTIDA acontecesse por completo, sacerdotes e populares partiram em pequenos grupos, seguindo em três direções distintas.
Um grupo manteve-se próximo de ATLÂNTIDA, estabelecendo-se no continente africano.
Outro grupo seguiu em direção ao continente europeu, encontrando em suas montanhas geladas o ponto exato para o recomeço.
O terceiro grupo rumou em direção ao continente americano, também estabelecendo-se por lá.
E diz a lenda, que assim, nasceram as três maiores civilizações da História Antiga: EGÍPCIOS, CELTAS e MAIAS.
fonte:
http://www.templodeavalon.com/modules/articles/article.php?id=43
Você sabe o que é o TORUS ?
Você sabe o que é o TORUS ?
NÃO DEIXEM DE VER ESTE VÍDEO , E ENTENDA DE QUE MANEIRA PODEMOS FAZER A INTEGRAÇÃO COM O TODO EM UNIDADE !
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JhPmUmV5j00&list=UUBquHcde6Mw054F46hORdcw#at=73
O Torus, ou o padrão primário, é uma energia dinâmica que se parece com um donut – é uma superfície contínua com um buraco no meio. A energia flui através de uma das extremidades, circula em torno do centro e sai pela outra extremidade.
É o mesmo campo de energia, que pode sentir com um íman. É normalmente invisível, mas se espalhar limalha de ferro à volta de íman, poderá ver a forma toroidal da energia
Torus duplo
A maioria das dinâmicas dos Torus realmente contêm dois torus – chamados “tori” – como os aspectos masculinos e feminino do todo – uma espiral em direção ao pólo norte e outra em direção ao Pólo Sul. Isto também é referido como o “efeito Coriolis“. Como exemplos temos o clima na terra e o fluxo do plasma no sol
A estrutura subjacente do Torus é o vetor de equilíbrio, ou “VE.” É o modelo pelo qual a natureza constitui energia em matéria. Buckminster Fuller, um dos inventores do século XX, cunhou o termo “Vector Equilibrium”, porque o “VE” é única forma geométrica onde todas as forças são iguais e equilibradas. As linhas de energia (vetores) são de força e comprimento iguais. Elas representam a energia de atração e repulsão, como se pode sentir com um íman.
Na realidade o “VE” não pode ser observado no mundo material, porque ele é o equilíbrio absoluto da geometria. O que experimentamos na terra é sempre a expansão e contracção para e do equilíbrio absoluto. É como o nascimento de uma onda num mar tranquilo. Nasce uma forma material (desdobra-se ) do plenário (plenitude) de energia (ironicamente referida por físicos como “o vazio!”) e morre (encolhe) de volta para ela. A VE é como a imaginável – ainda invisível- mãe de todas as formas e simetrias que podemos ver no mundo.
Para que o padrão se mostre em todas as escalas, tem que haver uma forma que permita que os organismos cresçam e em simultâneo mantenham a proporção entre os seus componentes. Existe um vórtice espiral na natureza que realiza isso. É chamado espiral phi e pode ser visto em tudo que ganhe forma, desde pequenos fetos a gigantes galáxias.
A espiral de phi numa direção muitas vezes é balanceada com outra na direção oposta – é chamado de espiral dupla Phi.
Quando se colocam estes três aspectos do padrão juntos – o Torus, VE, e espiral Phi - termina-se com um único padrão com a aparência da imagem anterior.
Faz sentido que o torus se mostre seja qual for a escala, pois parece que vivemos num universo fractal. ”Fractal” significa que os mesmos padrões se repetem em todas as escalas, quer sejam observados através de um microscópio ou de um telescópio. Quando se olha para uma pequena parte de um fractal, tem a aparência igual à sua forma completa. Como exemplos familiares, temos as cadeias de montanhas, leitos de rio, plantas e descargas de relâmpagos.
Aplicação
O resultado foi uma maior eficiência nas tecnologias tais como ventiladores, turbinas, bombas e muitas mais.
A pequena hélice baseada na concepção Phi, é capaz de circular num tanque de armazenamento de água de milhões galões sob a forma de um torus. Evita a estagnação e estratificação de temperatura e minimiza a necessidade de aditivos químicos. Tudo isto por 200-300 watts, a quantidade de energia que leva para acender 3 ou 4 lâmpadas.
Muita das tecnologias da ”nova energia” são baseadas neste padrão – imitam o torus para captar a energia a partir do espaço que nos rodeia. O inventor da energia livre, Adam Trombly, explica que o seu dispositivo cria um dínamo com energia que é derramada através do seu centro e cria também campo magnético, como o Torus.
Fonte:
http://artedeomissao.wordpress.com/2012/04/29/torus-como-revela-a-estrutura-e-fluxo-da-energia-universal/
NÃO DEIXEM DE VER ESTE VÍDEO , E ENTENDA DE QUE MANEIRA PODEMOS FAZER A INTEGRAÇÃO COM O TODO EM UNIDADE !
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JhPmUmV5j00&list=UUBquHcde6Mw054F46hORdcw#at=73
O Torus, ou o padrão primário, é uma energia dinâmica que se parece com um donut – é uma superfície contínua com um buraco no meio. A energia flui através de uma das extremidades, circula em torno do centro e sai pela outra extremidade.
É o mesmo campo de energia, que pode sentir com um íman. É normalmente invisível, mas se espalhar limalha de ferro à volta de íman, poderá ver a forma toroidal da energia
Torus duplo
A maioria das dinâmicas dos Torus realmente contêm dois torus – chamados “tori” – como os aspectos masculinos e feminino do todo – uma espiral em direção ao pólo norte e outra em direção ao Pólo Sul. Isto também é referido como o “efeito Coriolis“. Como exemplos temos o clima na terra e o fluxo do plasma no sol
A estrutura subjacente do Torus é o vetor de equilíbrio, ou “VE.” É o modelo pelo qual a natureza constitui energia em matéria. Buckminster Fuller, um dos inventores do século XX, cunhou o termo “Vector Equilibrium”, porque o “VE” é única forma geométrica onde todas as forças são iguais e equilibradas. As linhas de energia (vetores) são de força e comprimento iguais. Elas representam a energia de atração e repulsão, como se pode sentir com um íman.
Na realidade o “VE” não pode ser observado no mundo material, porque ele é o equilíbrio absoluto da geometria. O que experimentamos na terra é sempre a expansão e contracção para e do equilíbrio absoluto. É como o nascimento de uma onda num mar tranquilo. Nasce uma forma material (desdobra-se ) do plenário (plenitude) de energia (ironicamente referida por físicos como “o vazio!”) e morre (encolhe) de volta para ela. A VE é como a imaginável – ainda invisível- mãe de todas as formas e simetrias que podemos ver no mundo.
Para que o padrão se mostre em todas as escalas, tem que haver uma forma que permita que os organismos cresçam e em simultâneo mantenham a proporção entre os seus componentes. Existe um vórtice espiral na natureza que realiza isso. É chamado espiral phi e pode ser visto em tudo que ganhe forma, desde pequenos fetos a gigantes galáxias.
A espiral de phi numa direção muitas vezes é balanceada com outra na direção oposta – é chamado de espiral dupla Phi.
Quando se colocam estes três aspectos do padrão juntos – o Torus, VE, e espiral Phi - termina-se com um único padrão com a aparência da imagem anterior.
Faz sentido que o torus se mostre seja qual for a escala, pois parece que vivemos num universo fractal. ”Fractal” significa que os mesmos padrões se repetem em todas as escalas, quer sejam observados através de um microscópio ou de um telescópio. Quando se olha para uma pequena parte de um fractal, tem a aparência igual à sua forma completa. Como exemplos familiares, temos as cadeias de montanhas, leitos de rio, plantas e descargas de relâmpagos.
Aplicação
O resultado foi uma maior eficiência nas tecnologias tais como ventiladores, turbinas, bombas e muitas mais.
A pequena hélice baseada na concepção Phi, é capaz de circular num tanque de armazenamento de água de milhões galões sob a forma de um torus. Evita a estagnação e estratificação de temperatura e minimiza a necessidade de aditivos químicos. Tudo isto por 200-300 watts, a quantidade de energia que leva para acender 3 ou 4 lâmpadas.
Muita das tecnologias da ”nova energia” são baseadas neste padrão – imitam o torus para captar a energia a partir do espaço que nos rodeia. O inventor da energia livre, Adam Trombly, explica que o seu dispositivo cria um dínamo com energia que é derramada através do seu centro e cria também campo magnético, como o Torus.
Fonte:
http://artedeomissao.wordpress.com/2012/04/29/torus-como-revela-a-estrutura-e-fluxo-da-energia-universal/
Teoria da Terra Oca - Versão 3D HD
QUALQUER CIVILIZAÇÃO QUE VIVER PRESO DENTRO DE TANTAS CONCEPÇÕES COMO A NOSSA , FICA COMPLICADO TUDO ISSO , MAS VAMOS POR PARTES , E VEREMOS QUE NADA , ABSOLUTAMENTE NADA É IMPOSSÍVEL PARA QUEM ABRIR SUA MENTE PARA OS NOVOS TEMPOS, O TEMPO DA MUDANÇA !
VEJAM ESTE VÍDEO ( sem fazer suposições ) apenas sinta !
http://www.youtube.com/watch?v=eib_S5iVq6s&feature=player_embedded#at=34
Teoria da Terra Oca - Versão 3D HD
PLANOS EVOLUÍDOS
Em todos os mundos evoluídos, suas principais e mais importantes civilizações ficam DENTRO de seus planetas e não fora. As civilizações externas SEMPRE são as mais primitivas. Quando evoluem e abrem suas consciências para o AMOR IMPESSOAL E INCONDICIONAL passam a encarnar na parte interna do planeta como está sendo muito bem demonstrado neste vídeo. Já passa da hora das pessoas compreenderem sobre isso. Aqui fora, tudo está vibrando dentro de uma MATRIX controlada. Na parte interna do planeta é diferente. não existe controle algum, a não ser o da própria consciência individual que já se encontra amadurecida o suficiente para entender os ditames da Lei do Amor Incondicional. Assistam o vídeo e entendam muito mais...
Fonte:
http://genesisterra2012.blogspot.com.br/2012/09/teoria-da-terra-oca-versao-3d-hd.html
VEJAM ESTE VÍDEO ( sem fazer suposições ) apenas sinta !
http://www.youtube.com/watch?v=eib_S5iVq6s&feature=player_embedded#at=34
Teoria da Terra Oca - Versão 3D HD
PLANOS EVOLUÍDOS
Em todos os mundos evoluídos, suas principais e mais importantes civilizações ficam DENTRO de seus planetas e não fora. As civilizações externas SEMPRE são as mais primitivas. Quando evoluem e abrem suas consciências para o AMOR IMPESSOAL E INCONDICIONAL passam a encarnar na parte interna do planeta como está sendo muito bem demonstrado neste vídeo. Já passa da hora das pessoas compreenderem sobre isso. Aqui fora, tudo está vibrando dentro de uma MATRIX controlada. Na parte interna do planeta é diferente. não existe controle algum, a não ser o da própria consciência individual que já se encontra amadurecida o suficiente para entender os ditames da Lei do Amor Incondicional. Assistam o vídeo e entendam muito mais...
Fonte:
http://genesisterra2012.blogspot.com.br/2012/09/teoria-da-terra-oca-versao-3d-hd.html
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Avô
Tu que me ensinaste a sorrir sem nunca me questionar porquê,
que me ensinaste a andar de bicicleta e que o equilíbrio de andar sem rodas era igual ao de percorrer o caminho da vida neste plano pelo meu próprio pé,
que me ensinaste a dar tudo de mim e quando nada tivesse na mão disses-te que o meu sorriso preenchia qualquer vazio,
que me ensinaste a ser um homem de coração aberto para que nele entra-se toda e qualquer energia , para que dessa forma pude-se transformá-la em amor,
que me deste a audácia, de ser eu contra tudo e todos com destreza, coragem, e muito amor,
tu que me ensinaste a ser um companheiro pra vida de qualquer um, um amigo nos dias difíceis de qualquer um, um filho para ti meu pai que és eterno, e teu neto meu grande sábio, meu mestre...
graças a ti cada célula do meu corpo renasce com alegria e amor a todo o instante, graças a tua obra enquanto mortal este mundo tornou-se um lugar mais bonito e harmonioso,
tu que para atingires a tua meta ,nada exigiste e plantas-te a paz, o bem dos teus e de todos e umas pedaladas na tua bicicleta.
Eterna será a tua presença em todo o meu ser e em tudo e todos os que tocaste.
que me ensinaste a andar de bicicleta e que o equilíbrio de andar sem rodas era igual ao de percorrer o caminho da vida neste plano pelo meu próprio pé,
que me ensinaste a dar tudo de mim e quando nada tivesse na mão disses-te que o meu sorriso preenchia qualquer vazio,
que me ensinaste a ser um homem de coração aberto para que nele entra-se toda e qualquer energia , para que dessa forma pude-se transformá-la em amor,
que me deste a audácia, de ser eu contra tudo e todos com destreza, coragem, e muito amor,
tu que me ensinaste a ser um companheiro pra vida de qualquer um, um amigo nos dias difíceis de qualquer um, um filho para ti meu pai que és eterno, e teu neto meu grande sábio, meu mestre...
graças a ti cada célula do meu corpo renasce com alegria e amor a todo o instante, graças a tua obra enquanto mortal este mundo tornou-se um lugar mais bonito e harmonioso,
tu que para atingires a tua meta ,nada exigiste e plantas-te a paz, o bem dos teus e de todos e umas pedaladas na tua bicicleta.
Eterna será a tua presença em todo o meu ser e em tudo e todos os que tocaste.
Eduardo Correia
em homenagem ao meu avô Jonas :)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Cristina Cairo O Poder dos Gatos na cura das doenças
Cristina Cairo o poder dos Gatos na cura das doenças, no programa "Você Sabia". Cristina Cairo explica todos os mistérios e poderes ocultos dos gatinhos de estimação, desvendando todos os seus segredos, e o porque algumas pessoas pessoas não gostam desses animais, e principalmente o porquê esses animais são tão importantes para os seres humanos:
Veja mais matérias relacionadas:
O poder dos gatos na cura das doenças :
http://www.somosartes.net/2012/04/o-p...
Cães protetores do mundo físico, e gatos protetores do mundo energético:
http://www.somosartes.net/2013/05/gat...
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O poder dos gatos na cura das doenças :
http://www.somosartes.net/2012/04/o-p...
Cães protetores do mundo físico, e gatos protetores do mundo energético:
http://www.somosartes.net/2013/05/gat...
Categoria
OS CHACRAS NOS CORPOS SUPERIORES OU PLANOS DE ALMA
Para além dos clássicos 7 chacras, existe uma outra dimensão de chacras nos corpos superiores ou planos de alma. Uma breve explicação sobre os mesmos. Para o trabalho do terapeuta de Mesa Radiónica Quântica é importante a consciência da existência destas chacras e do trabalho necessário na sua harmonização. Segue uma breve explicação :
8 – Chacra – ESTRELA DA TERRA – localiza-se de 15 a 30cm construindo a ponte que liga a energia do espírito com as pontes magnéticas da Terra. É o centro energético responsável pelo nosso ancoramento, que basicamente significa estar presente no próprio corpo, e por nosso equilíbrio. Pode também ser chamado de chacra do campo áurico.
CRISTAIS PARA O CHACRA ESTRELA DA TERRA:
Hematita
Realgar
9 – Chacra – COORDENADOR – localiza-se de 15 cm acima de nossa cabeça e é responsável pela coordenação de nosso corpo etérico com o corpo físico e de todos os outros chacras entre si. Essa chacra se reflecte num ponto bem abaixo de nossa nuca. É também conhecido como chakra do corpo etérico. Tem a finalidade e função de fazer-nos seguir a vida dentro da realidade; dissolver-se de barreiras pessoais e expansão d auto-identidade; ajuda a uma maior conexão com o Amor Divino.
Segundo Alice Bailey no livro Cura Esotérica, o cérebro é condicionado em grande medida por três glândulas importantes que se encontram fisicamente próximas da substância cerebral. São elas a pineal, pituitária e a carótida. Essa três glândulas formam um triângulo cujos vértices praticamente não tem relação entre si no homem primitivo, têm alguma relação no homem comum e estão estreitamente relacionadas no homem espiritual. Essas glândulas são as correspondências objectivas dos três centros de energia por meio das quais a alma ou o homem espiritual que habita essa alma, controla o seu veículo físico.
CRISTAIS PARA O CHACRA COORDENADOR:
Cristal Dow
Goshenita
Topázio Incolor
10 – Chacra – CAUSAL – localiza-se de 15 cm acima do Coordenado e faz a conexão com oPlano Causal, o Plano do Mental Superior onde não existe Causa e Efeito. Pode ser consideradocomo a morada do nosso verdadeiro Ser. Por isso mesmo ele também é conhecido como Chakrado Verdadeiro Ser.
CRISTAIS PARA O CHAKRA CAUSAL:
Cianita
Lepidolita
11 – ESTRELA DA ALMA – localiza-se de 15 cm acima do Causal faz a conexão entre a mente consciente e os diversos aspectos da Alma, do Espírito e do Eu Superior. Funciona também como filtro das energias luminosas do Espírito e do Universo, para que possam ser sintonizadas com o chacra Coronário. É também conhecido por chacra da Alma.
CRISTAIS PARA O CHACRA ESTRELA DA ALMA:
Apofilita Incolor
Calcita óptica
Diamante de Herkimer
Tanzanita
12 – PORTAL DAS ESTRELAS – localiza-se de 15 cm acima do Estrela da Alma, e é o Verdadeiro Portal de Comunicação com as Divindades e o Universo.
CRISTAIS PARA O CHAcRA PORTAL DAS ESTRELAS:
Cristal Laser
Escolecita
Fenacita
Selenita
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